quinta-feira, 30 de abril de 2015

Capitulo 12

[…]

Eu não podia me controlar. Tudo parecia bem demais para ser verdade. Vanessa havia se encaixado perfeitamente bem no meio da minha familia, pode ver a empolgação da minha mãe enquanto o jantar rolava animadamente. Minha filha rodeava a mesa, indo de colo em colo enquanto era seguida por um Damon envergonhado. Ele parecia completamente deslocado no meio daquela bando de loucos falantes, mas pela forma como seus brilhavam sempre que Matilde o puxava para ficar junto de todo o mundo ele estava feliz, assim como todos nós.

Ashley estava sentada entre meu pai e o namorado dela rindo de alguma coisa que o nosso irmão mais velho estava dizendo, fazendo a mulher dele soca-lo ficando completamente vermelha. Alguma coisa maliciosa como sempre. Ri com a situação voltando a minha atenção para Vanessa e minha mãe que continuavam a conversa entre elas sem se importar com os outros ao redor.

Elas sorriam, gesticulavam, riam e voltavam a cochichar. Eu adoraria saber o que tanto eles falam, mas pelo que parecer não saberia até perguntar á Vanessa mais logo em nossa cama.

Voltei a minha atenção para outra coisa sem ser minha mãe e ela. Tentei me concentrar na conversa de Ashley e meu pai mas não estava conseguindo. Tudo que eu estava conseguindo me concentrar era na risada animada da Vanessa e do sorriso de aprovação que a minha mãe mantinha em seu rosto enquanto conversava com ela.

Eu sabia que eles já a conheciam, mas saber que eles estavam a aprovando como minha namorada, me enchia de uma felicidade tão grande que eu não sabia o que fazer ou dizer. Mas o sorriso que eu tinha em meu rosto parecia não querer se desfazer. Tudo estava perfeito.

Foi despertado do meu encantamento quando as minhas calças foram puxadas, me fazendo olhar para baixo. Damon estava me olhando com seus enormes olhos castanhos e suas bochechas estavam vermelhas, do mesmo jeito que Vanessa corava sempre que estava sem graça.

- O que se passa Damon? Não está se divertindo? – Perguntei pegando nele ao colo. Ele se aconchegou em meu colo deitando a cabeça em meu ombro.

- To com soninho. – Ele sussurrou me fazendo sorrir. Passei os braços ao seu redor.

O jantar já estava terminado e pelo avançar da hora era normal que ele estivesse cansado. Beijei sua testa o aconchegando melhor em meu colo.

- Vou colocar você na cama ou quer esperar todo o mundo ir deitar? – Perguntei passando a mão em seus cabelos grandes demais. Teria que leva-lo ao barbeiro quando eu for cortar o meu. Talvez ainda essa semana.

Ele somente assistiu com a cabeça e se aconchegou ainda mais em mim. Me ergui da cadeira, chamando a atenção de todos ao redor. Vanessa olhou para mim e depois para Damon e ergueu uma sobrancelha em nossa direção.

- Está tudo bem amor? – Ela perguntou se erguendo da cadeira em que estava. Ergui uma mão a detendo.

- Não precisa se preocupar morena eu trato disso. Está somente na hora de colocar as crianças na cama. Está tarde de qualquer das formas.. - Ela assistiu com a cabeça e se sentou novamente. Olhei para Matilde que já estava dormindo no colo do meu pai. Não daria para levar os dois no colo. Suspirei. – Pai traga Matilde pra cima ela esta completamente apagada em seu colo.

- Claro filho.
[…]

Depois de deitar Damon em sua cama, foi até ao quarto da minha pequena princesa dar meu beijo de boa noite. Meu pai ainda estava lá sentado observando a minha pequena dormindo. Pelo sorriso que ele tinha em seu rosto, sabia que ele estava feliz.

Me sentei na cadeira que ficava ao lado da cama e fiquei esperando que ele começasse a falar. Sabia que ele estava mortinho para dizer alguma coisa desde do inicio da noite.

- Estou feliz que finalmente conseguiu encontrar a mulher que irá completar a sua vida. – Ele sussurou me fazendo olhar para ele. – Conheço Vanessa desde que ela apareceu lá em casa junto com a sua irmã e sua filha. Ela era engraçada e fazia a sua filha rir, acho que ela fazia isso para que Matilde não sentisse a sua falta.

Suspirei tentando não me sentir afetado. Me lembrar do que eu havia feito com a minha pequena filha me consumia, me fazendo sentir ainda mais culpada. Até meu pai podia ver o sofrimento de Matilde enquanto eu desaparecia por dias para poder trabalhar.

- Vanessa foi um anjo que apareceu nas nossas vidas. – Sussurrei olhando para o rosto sereno da minha Matilde. – Sinto muito por ter sido tão ausente durante tantos anos.

- Zac olhe para mim meu filho. – Olhei em sua direção como ele havia me pedido. Seus olhos azuis estava me observando atentamente. – Você foi um pai muito cedo, não estava pronto para isso. Logo depois Megan foi embora te deixando um bebe pequeno que mal havia aberto seus olhos para o mundo com você. Você teve que batalhar por tudo o que tem hoje, contando somente com a nossa ajuda. – Ele suspirou olhando para a Matilde. – Você estudou enquanto tinha que ser um pai. Trabalhou tanto para poder dar tudo o que ela tem hoje, mesmo que não justifique a sua ausencia, pelo menos você o fez pelo bem dela, não para vadiar enquanto sua fiha precisava de você. – Ele voltou seus olhos novamente para mim. Seus olhos mantinham pequenas lágrimas em seus olhos. – Vanessa foi só o gatilho para a sua volta á familia. Agora tudo vai ficar bem eu tenho a certeza que você irá ser tudo o que essa familia precisa. Você está começando a sua familia.

- Tenho medo de magoar. Voltar a desaparecer por causa do meu trabalho. – Sussurrei apertando minhas mãos juntas tentando controlar as minhas emoções. – Vanessa não me perdoaria se eu a magoasse ou magoasse as nossas crianças.

Ele colocou a mão em minha perna e sorriu na minha direção mesmo com todas as lágrimas se acomulando em seus olhos. Esta era a primeira conversa que agente tinha sobre o futuro, depois do nascimento de Matilde.

- Vanessa não vai deixar você se desleixar disso eu tenho a certeza. Sua mãe fez o mesmo comigo. Sempre que eu me focava demais no trabalho ela me puxava de volta e me dava um sermão sobre familia e tempo. Por isso que nosso casamento durou tanto tempo. Sua mãe era a minha base. Faça da Vanessa a sua base.

Assisti com a cabeça deixando minhas lágrimas rolarem. Eu sabia que ele estava certo. Vanessa era sem duvida tudo o que eu estive procurando para mim durante anos. Ela não me abandonaria e nem me deixaria errar com nenhum deles. Eu sabia disso.

[…]

Olhei para os carros da minha familia se afastando enquanto meus braços estavam ao redor do pescoço da Vanessa que estava á minha frente. Apoei mieu queixo em sua cabeça sentindo o cheiro doce do seu shampoo.

- O que tanto você conversava com a minha mãe? – Perguntei olhando os portões da minha propriedade se fechando lentamente após a saida dos carros.

- Sobre como você e seu pai são parcidos em suas escolhas. Ela me contou algumas das suas peripecias infantis e alguns conselhos. – Ela suspirou apoiando a cabeça em meu ombro me fazendo afastar minha cabeça para não machuca-la com o meu queixo. – Você demorou um tempo com seu pai no quarto. Está metido em sarilhos?

- Não. Só uma conversa sincera de pai para filho. – Beijei sua testa e sorri. – Pelas palavras dele você veio para ficar. E que você irá me colocar na linha quando eu resolver fuder com tudo novamente. Bom não nessas exatas palavras mas deu para perceber o que ele me queria dizer.

- Definitivamente você entendeu a coisa. A nossa coisa é para sempre.

Dito isso ela saiu dos meus braços e entrou dentro de casa me deixando ali no hall de entrada. Um sorriso enorme se abriu em meus lábios e olhei pro céu cheio de estrelas. Sem duvida ela era o meu futuro mais do que certo.


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Oie meninas aqui esta a atualização da fic!
Esta fic está entrando na reta final mas já tenho uma nova fic planeada para a substituir. Já a estou escrevendo e tudo mais para mais cedo ou mais tarde poder posta-la! 
Se chamará Dama de Honra! É uma comédia romantica!
Enfim comentem e espero que gostem!

sábado, 17 de janeiro de 2015

Capitulo 11

- Como assim você já conhece a minha familia Vanessa? - Sussurei olhando em sua direção completamente confuso.

Ela soltou uma pequena risada e caminhou até mim se sentando em meu colo. Abracei a sua cintura quando ela rodeou seus braços em redor do meu pescoço sem tirar seus olhos do meu rosto assim como eu estava com os meus olhos fixos em seu rosto, tentando a todo o custo entender o que ela tinha acabado de me dizer e observando cada uma das suas feições.

Quando e como ela havia conhecido a minha familia? Ou melhor como ela não fugiu de toda essa loucura? Eu estava curioso e confuso.

- Bom foi um dos fins de semana em que você estava trabalhando. - Ela beijou levemente a ponta do meu nariz chamando novamente minha atenção. - Ashley veio nos pegar e fomos lá passar o dia. Sua mãe tinha nós pedido para nós irmos lá já que fazia algum tempo que não via a menina então eu concordei em levar ela e o meu irmão até lá. - Ela olhou dentro dos meus olhos e deu de ombros. - Eu deixei mensagem para você, mas acho que você nunca chegou a ler.

Suspirei levemente e apertei sua cintura num pedido mudo de desculpas. Estas eram uma das milhares de coisas que eu havia perdido. Eu me sentia um pouco culpado com tudo isso, mas eu estou disposto a mudar e a compensar cada uma das minhas falhas perante eles.

Olhei dentro dos seus olhos, procurando uma maneira de dizer o quanto eu sentia e o quanto eu me culpava por ter sido tão ausente desde que ela aqui chegou, mas antes que eu podesse dizer alguma coisa duas mini pessoas apareceram na porta pulando na ponta dos pés. Vanessa beijou levemente minha boca antes de se levantar do meu colo e caminhar na direção das crianças.

Me levantei ainda em silêncio ouvindo a interação continua entre aqueles três. Eles estavam alegres e falando ao mesmo tempo. Eu não entendia nada do que eles estavam falando mas sorri, era uma das melhores imagens que qualquer homem podia ter. Não cabe em mim ainda o porque de eu ter estado tanto tempo longe de algo como isso.

Passei a mão em meus cabelos tentando tirar aqueles pensamentos negativos da minha mente e continuei os seguindo e observando enquanto desciamos o lance de escadas que nos levava em direçao ao primeiro piso.

Vi quando ela se dirigiu em direção á cozinha com minha filha e o irmão dela atrás. Segui atrás dos três ainda em silêncio enquanto as crianças cantavam alguma das suas milhares de músicas infantis com a Vanessa acompanhando.

Era tão doce observar todos eles interagindo que dava vontade de os seguir sempre para ter essa imagem durante todas as horas. Vi quando ela ofereceu uma bolacha de chocolate e recebendo um beijo na bochecha de cada um deles. Sorri ainda mais quando vi que eles se sentaram educadamente na mesa da cozinha comendo enquanto a Vanessa voltava a prestar atenção no fogão.

Sorri e caminhei em direção á Vanessa, abracei a sua cintura a fazendo sorrir e se encostar completamente relaxada contra o meu peito. Beijei de leve seu pescoço desnudo, devido ao seu rabo de cavalo alto, e sorri vendo ela se arrepiar e soltar um gemido baixo. Doce e quente tentação.

- Está tudo bem amor? - Sussurei em seu ouvido mordiscando um pouco a sua orelha. Sua respiração disparou e sua bunda se colou aos meus quadris.

Apertei de leve a sua cintura a sentindo mole em meus braços. Era tão bom senti-la ali tão entregue a mim e aos seus toques, que dava vontade de provoca-la a toda a hora só para a sentir assim.

- Você tem que parar de me provocar e ir colocar a mesa. Dispensei a empregada esta noite. - Ela sussurou de volta para mim e empurrou seus quadris contra os meus numa tentativa de me afastar dela.

Em vão já que eu me colei ainda mais a ela, a fazendo sentir a minha mais nova eroção. Ofeguei baixinho contra o seu pescoço e ela soltou um pequeno choramingo baixo ao meu sentir tão animado contra a sua bunda.

- Papai a campanhia está tocando! - A voz doce e inocente da minha filha me fez parar bruscamente e fez com que a Vanessa congelasse no sitio.

Puta que pariu eu estava me esfregando na Vanessa com as crianças aqui presentes.

 Merda merda merda! 

A Vanessa se afastou de mim e correu em direção á sala, concerteza indo atender a porta e eu olhei na direção das crianças que estavam completamente lambuzadas de chocolate olhando para mim com um sorriso enorme e inocente no rosto.

Suspirei saindo completamente daquela nuvém em que eu havia sido induzido e me virei de costas para as crianças. Respirei fundo procurando toda a minha lucidez.

De onde eu estava, já se podiam ouvir as vozes animadas de toda a minha familia. Respirei fundo mais uma vez e caminhei em direção á sala levando as crianças comigos ainda lambuzadas pela bolacha de chocolate.

No momento em que pisei na sala pode ver com satisfação minha mãe falando animadamente com Vanessa enquanto os restantes estavam já completamente á vontade espalhados pelos diversos sofás que havia ao redor.

- Boa noite familia! - Falei rindo quando minha mãe soltou a Vanessa e veio caminhando selepre na minha direção.

Seus pequenos braços rodearam a minha cintura enquanto eu passava os meus em redor das suas costas, num abraço doce e maternalmente quente. Eu não sabia como conseguia ficar tanto tempo sem ver ou até mesmo conversar com a minha mãe, que sempre havia me ensinado que familia sempre vinha acima do trabalho ou do lazer.

- Oh meu filho! Quanto tempo eu não te via! - Ela sussurou movendo suas mãos delicadas para o meu rosto me fazendo olhar em seus olhos castanhos esverdiados que estavam razos de água. Ela parecia estar transbordando de paz e felicidade nesse momento. - Tinha tantas saudades de você! Está mais magro e musculado! - Ela comentou fazendo todo o mundo rir.

- Oi mamãe! - Comprimentei beijando sua testa rindo - É bom ve-la denovo também. - Sussurei apertando suas mãos que agora estavam segurando meu rosto com delicadeza.

Ela suspirou de alegria e voltou a me abraçar ainda mais apertado que antes me fazendo sorrir.

[...] 

Depois de ter rodado nos braços de toda a minha familia eu me sentei com os homens enquanto as mulheres foram para a cozinha juntamente com a Vanessa. Olhei na direção das crianças que agora estavam brincando junto á janela. Sorri ao ver como eles se davam como irmãos.

- Então mano é dessa que você vira homem de familia ou vamos ter que esperar mais um ano para ter a honra de te ver com mais tmpo? - A voz debochada do meu irmão fez com que eu desviasse a minha atençao das crianças e olhasse em sua direção.

Ergui uma sobrancelha em sua direção e vi quando meu pai gemeu em frustação prevendo uma briga. Não hoje. Não queria estragar o jantar que a minha Vanessa havia planejado com tanta animação.

- Parece que vou virar um homem de familia meu irmão. Nunca que eu deixaria a minha Vanessa livre para qualquer marmanjo vir e roubar ela de mim. - Comentei fazendo meu irmão abrir um sorriso orgulhoso e o meu pai rir com prazer. - Estou pensando em refazer meus horarios e diminuir os meus plantões para duas vezes por cada duas semanas.

- Isso é uma optima ideia meu filho. Tem mesmo que aproveitar, é novo demais e tem uma vida inteira pela frente para criar a sua própria fortuna.

Bebi um pouco do meu uisque e olhei na direção da cozinha. Eu podia ouvir a confusão de vozes das mulheres que vinha de lá o que só me deixou ainda mais feliz por ela estar a ser tão bem aceite por todos eles.

Coloquei meu copo em cima da mesa e foi em direção da cozinha ouvindo a risada do meu pai, cunhado e irmão. Não me importei, só queria ver se estava tudo bem com ela. Entrei na cozinha e parei observando a cena á minha frente.

Ashley e Vanessa estavam em pé do lado do forno com um copo de vinho enquanto minha mãe e minha cunhada estavam sentadas bebendo também dos seus copos. Elas estavam conversando sobre algo que eu não prestei atenção. Aquela cena era tão perfeita que a vontade de enterniza-la tomou conta de mim.

Sem esperar mais nada, corri em direção ao meu quarto e peguei a minha camera, voltando rápidamente para o andar de baixo. Eu sabia que o meu pai, cunhado e irmão estavam olhando para todo o meu movimento, mas eu simplesmente ignorei. Voltei a parar á entrada da cozinha, encontrando ainda todas elas nas mesmas posições.

Posicionei a camera e simplesmente cliquei fazendo o flash disparar assustando as mulheres. Ri e olhei o ecrã digital da camera. Perfeita.

- Se divertindo Efron? - A voz divertida da minha namorada chegou aos meus ouvidos, me fazendo olhar em sua direção.

Seu sorriso era enorme e seus olhos estavam brilhando de felicidade, enchendo meu coração de amor ainda mais

- Pode acreditar que sim Hudgens!

domingo, 1 de junho de 2014

Capitulo 10


Depois de quase uma hora procurando por todas as coisas necessárias para o jantar de família, estávamos finalmente a caminho de casa.

Eu não fazia ideia de como podia ser divertido ver a forma como as crianças lidam uma com a outra ou até mesmo lidam em conjunto quando alguma coisa não as agrada.

Como no momento em que a Vanessa encheu o carrinho de legumes e frutas. 
Tanto a minha pequena como o Damon se revoltaram e começaram a argumentar com a Vanessa dizendo que se todos aqueles legumes fossem não haveria espaço para colocar todas as coisas boas que eles gostavam.  

Foi engraçado ver as caretas das crianças sempre que a Vanessa contra argumentava tudo o que eles diziam. É como o perfeito cenário de uma família feliz.

Nesse momento tudo o que eu podia ver era como desde que a Vanessa entrou na minha vida as coisas tem acontecido numa velocidade deliciosa.

A forma como eu foi capaz de deixar de lado por vários minutos o trabalho só para vir a um mercado. A forma como eu aprendi mais sobre a minha filha só a observando enquanto ela olhava e argumentava com a Vanessa sobre um alimento que ela gostava.

Eu não fazia a menor ideia que a minha pequena filha gostava de tudo o que era roxo. Menos os legumes é claro.

Coisas como esta me faziam ver o quanto eu venho perdendo desde que eu me afastei só porque o trabalho estava exigindo demais de mim.

A quantidade de vezes que eu deixei de brincar, conversas e até mesmo de passar um dia com a minha filha só porque eu tinha uma cirurgia ou até mesmo  um plantão para fazer?

Como eu pode mudar tanto, ficar tanto tempo e até mesmo ser tão egoísta ao ponto de deixar tudo o que eu tinha em casa pelo trabalho?

Agora ao olhar através do retrovisor do meu carro eu podia ver a felicidade em cada gargalhada, em cada sorriso e a cada gesto que ela fazia enquanto a Vanessa falava com ela ou até mesmo quando Damon fazia um comentário infantil sobre um desenho animado que eles tinham em comum.

Eu podia sentir neste momento o meu peito se enchendo de felicidade e esperança para um futuro melhor só de olhar toda essa felicidade que me rodeava.

De todas as vezes  que eu tentei achar a pessoa certa para trazer tudo isso para a minha vida e para a vida da minha pequena filha…

Parece que finalmente eu acertei!

Ao olhar para o rosto perfeito da Vanessa eu sei que finalmente acertei. A mulher perfeita que sabe o que quer, que sabe me fazer feliz somente ao sorrir para mim, a mulher que sabe lidar com os problemas sem se deixar ir a baixo, uma mulher forte e com ideais quase iguais aos meus e que sabe o que é ser feliz.

A mulher desenhada á minha imagem.

A minha mulher!

[…]

Eu não sei o porque de eu estar me sentindo tão nervoso neste momento. Eu posso sentir cada nervo do meu corpo suando a cada minuto que passa e a hora da minha família chegar.

Não como se eu nunca tivesse apresentado uma namorada á minha família. O problema é a minha família.

Tudo bem eu não sou uma pessoa muito normal, afinal eu comparo minha recém formada família a um comercial de margarina, mas os meus irmãos e cunhadas conseguem ser mil vezes pior que eu.

Por exemplo, a primeira vez que eu levei a minha namorada a casa meu irmão decidiu se vestir “adequadamente” para esse momento. Moral da historia? Meu irmão apareceu vestido de Elvis só que com um toque mais moderno.

Deus foi uma humilhação total naquele dia. Duas semanas depois a menina me deu um pé na bunda. Foi a primeira que me partiu o coração. Ou quase.

Tirando o dia em que minha mãe apareceu na escola depois de receber uma chamada do diretor e me agarrou enchendo meu rosto de beijos. Eu tinha acabado de completar 17 anos e ganho a minha bolsa de estudos para a faculdade de medicina em Washington.

Fala serio ela podia ter feito isso em casa. Mas não ela fez na frente de todo o mundo. Moral da história? Apelidinho filha da puta que me deram. Quero nem lembrar!

Agora é ou não é motivo para sentir medo do que vai acontecer essa noite?

- Hey esta tudo bem? – A voz baixa e doce da Vanessa me fez erguer a cabeça e olhar em sua direção.

Ela estava perfeitamente encostada ao batente da porta do meu quarto vestida numa calça jeans claras, uma blusa preta um pouco larga com um desenho animado qualquer da moda desenhado e um par de ténis pretas também.

Simples mas linda.

- Só um pouco assustado com o resultado desse noite. – Resmunguei enquanto terminava de atar os cardaços dos meus ténis. – Eles não são muito normais em dia de família por isso por favor se você achar que é demais apenas me avise sim?  – Alertei olhando em seu rosto.

Ela mantinha um sorrisinho tímido e irónico no canto da boca enquanto caminhava deliciosamente devagar na minha direção.

- O que você diria se eu contasse a você que eu já conheço a sua família?


Como é? 

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Olá meninas!! Depois de um tempo desaparecida po aqui voltei para mais um capitulo! Ele ja estava quase pronto mas a falta de pc e tempo nao estava dando para postar. 

Espero que tenham gostado!
Beijos e ate mais 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Capitulo 9


O caminho para o supermercado foi uma festa ambulante. Eu nunca na minha vida pensei ou imaginei ver a minha filha cantar em plenos pulmões a música ridicula que a Vanessa havia colocado no leitor de cd’s do carro.

Por tudo o que é mais sagrado eu tentei vezes sem conta não rir da cara de alguns pedrestes que olhavam para nós quando paravamos em algum semafro, já que a suposta babá da minha filha – que rápidamente se tornar mãe – cantava junto com as crianças se achocalhando ao som da musica infantil animada.

Concerteza era uma situação que requeria nivel alto de ajuda médica. Mas quem estava se importando quando todo o mundo estava bem e rindo em plenos pulmões sempre que a perfumece acabava.

Confesso que me arrisquei algumas vezes nas letras das musicas. Fazer o que? Aquela porra era contagiante!

Assim que chegamos ao estacionamento do dito mercado a Vanessa saltou do carro retirando as crianças do banco de trás que falavam animadamente sem parar.

Com um enorme sorriso no rosto sai do carro, colocando a minha carteira no bolso traseiro das minhas calças enquanto caminhava para perto dos três que estavam falando uns com os outros sem parar.

Quem olha-se de fora pareciamos uma familia animada para um programa tipico de propaganda de televisão. Mulher dedicada com um enorme sorriso e linda, dois filhos animados que riam se parar enquanto falavam de algum doce que queriam comprar e claro o tipico pai babão que faz tudo para ver a familia unida.

Clichê? Até pode ser, mas eu realmente me sentia bem com essa imagem em minha cabeça.

Pode ver pelo canto do olho um casal de velhinhos que observavam os três com um enorme sorriso saudoso, o que me deixou bem orgulhoso. Tá eles ainda não eram definitivamente a minha familia, mas quem disse que não iriam ser?

- Vamos? – Perguntei assim que cheguei perto deles fazendo a Vanessa virar na minha direção com um sorriso bobo em seu rosto.

- Sim só preciso de achar um carrinho para nós e podemos finalmente começar com a nossa missão de encher a geladeira. – Enquanto ela falava eu pode ver o quanto a agradava fazer esse tipo de tarefa, já que os olhos dela brilhavam em animação.

Ri baixinho da sua animação e colei levemente meus lábios nos dela fazendo as crianças rirem enquanto soltavam grunhidos de nojo junto com diversão.

- Eu pego o carrinho pode ir entrando no mercado já encontro vocês lá. – Sussurei beijando a sua pele e me virei para o irmão da Vanessa que olhava para mim de olhos arregalados de emoção e admiração. – Quer vir campeão? – Perguntei estendendo os braços para ele.

Ele assistiu com a cabeça e se jogou em meu colo enquanto eu o erguia para que ele fica-se preso em meu quadril. Andei com ele alguns passos até achar um pequeno barraco em metal com alguns carrinhos de supermercado dentro.

Tirei um que estava sozinho ao lado da enorme fila do meu lado esquerdo e coloquei o dentro do carrinho.

- Tio Zac? – A voz miada do Damon me chamar. Levantei minha cabeça na sua direção olhando em seus profundos olhos castanhos iguais aos da minha garota e sorri. No momento em que ele tinha toda a minha atenção pode ver que suas bochechas se tingiram de uma rosa palido muito fofo e inocente. – Podemos comprar ursinho goma? – Lá estava novamente a voz miada.

- Se a sua irmã deixar agente compra. Caso ela não deixar eu compro escondido. – Sussurei perto dele e pisquei o olho na sua direção o fazendo gargalhar baixinho e assistir animadamente com a cabeça.

Crianças. Tão faceis de contentar.

Caminhei empurrando o carrinho novamente na direção do supermercado vendo a figura baixa e delicada da Vanessa do outro lado das portas duplas automáticas com a minha filha ao colo enquanto cochichavam e riam entre elas.

Um sorriso involuntário se alastrou em meu rosto ao passo que me aproximava delas. Eu sei prefeitamente que a minha pequena filha não é nada da Vanessa.

Mas será pecado eu desejar que ambas fossem mãe e filha? Elas pareciam tão unidas, partilhando um mundinho só delas, deixando os homens de foram enquanto se comunicavam.

Elas eram perfeitas juntas!

- Chegamos senhoritas! – Me fiz presente assim que as portas duplas se fecharam nas minhas costas após eu ter passado ficando ao lado das minhas duas meninas.

Elas olharam ao mesmo tempo na nossa direção. Azul e castanho chocolate derretido, fundidos tão perfeitamente que dava inveja a qualquer casal com filhos por ai.

- Vamos então meus senhores temos muito o que comprar! Quero fazer um grande jantar com tudo o que temos direito! – A voz da Vanessa soava animada, derretida e malditamente fofa.

Ela continha um sorriso de orelha a orelha, mostrando seus dentes perfeitamente brancos e alinhados. Um sorriso de dar inveja a muitas estrelas de Hollywood!

- E porque que nós vamos ter um jantar grande hoje? Temos algum convidado que eu não sei? – Perguntei enquanto empurrava o carrinho atrás da Vanessa que agora agarrava a mão da minha filha com força para que ela não se perde-se.

- Bom já que você pergunta. Eu estava pensando em ligar para a sua irmã e dizer para que ela trouxesse sua familia. Porque pelo que me dizeram você está muito pouco tempo com eles. – Ela falou numa voz baixa e desaprovadora enquanto se encaminhava para a secção das frutas comigo empurrando o carrinho ao seu lado.

Fiz uma careta gigante só de lembrar do ultimo telefonema da mamãe Efron. Cara eu posso jurar que ela perdeu a compostura e me xingou por entre os dentes cerrados.

- Eu realmente ando muito ocupado para poder tirar algum tempo com a minha propria familia. Acreite já levei um sermão da minha mãe, que diga-se de passagem não foi nada bonito de se ouvir. – Resmunguei olhando para o pequeno Damon que brincava com um carrinho nas grades.

Pelo canto do olho pude ver que ela parou e levantou a pequena Matilde a colocando dentro do carrinho de compras ao lado do Damon que assim que sentiu a sua presença começou a falar com ela animadamente.

- Bem feito quem mandou trocar a familia pelo trabalho? Eu te avisei desde do principio, você não me quis ouvir! – Ela miou raivosamente na minha direção enquanto olhava atentamente para a variedade de legumes que havia nas caixas de plastico á sua frente.

Bufei baixinho e olhei para as crianças que pareciam não notar em nada á sua volta enquanto falavam sobre um desenho animado qualquer que havia passado na televisão mais cedo.

A ideia de chamar a minha familia não me parecia má de toda, mas e se ela acha-se que eramos todos loucos e saisse fugindo da minha cabeça gritando?

Era bem capaz dos meus irmãos a assustarem quando começassem a brigar por causa de um simples lugar na mesa.

Só de lembrar da ultima vez me dá medo.

- Ligue para a sua irmã ela tratará de chamar os outros. – Ela ordenou enquanto colocava uma variedade infinita de legumes que chamaram a atenção das crianças.

Quase expludi em risadas quando ambos fizeram um bico enorme no rosto e cruzaram os braços emburrados ao mesmo tempo.

A Vanessa simplesmente não ligou e revirou os olhos retomando seu caminho em direção ás frutas que ficavam alguns metros dali.

Enquanto eu esperava ela encher o carrinho de fruta saquei meu celular de dentro do bolso das calças discand logo de seguida o numero da minha irmã rezando para não ouvir qualquer tipo de xingamento.

Ao terceiro toque ela atendeu.

- Quem é vivo sempre aparece! – A voz brava e debochada da minha irmã me faz estremecer só de pensar no que viria aseguir.

- Pois é. Sem rodeios antes que você começe a xingar até á ultima geração da nossa familia. – Resumi logo de cara recebendo um tapa na nuca da Vanessa que me olhava feio. – Ai amor isso doeu! – Reclamei olhando para ela enquanto as crianças riam de mim.

Perfeito. Bufei e dei a lingua na direção das crianças. Denovo um tapa na nuca mas desta vez ainda mais forte que quase me fez bater com a testa no Damon.

- Educação! – Ai está a voz mandona e zangada da minha garota suando aos meus ouvidos.

- Cacetada você e a Vanessa estão juntos? Hein? Amor? Minha nossa! – A voz da minha irmã me trouxe novamente á realidade e eu quase gemi só de imaginar tudo o que eu iria ouvir da minha mãe quando ela descobri-se por terceiros que eu estava tendo uma espécie de relacionamento com a babá da minha filha.

Sim espécie porque eu estou velho para namorar e nós mais parecemos um casal de casados com dois filhos pequenos.
Imagem bonita denovo. Perfeitos como casal. Casal de comercial de margarina.

- Depois você fala com a Vanessa sobre isso. – Resmunguei empurrando o carrinho atrás da Vanessa que agora se encaminhava para outra secção qualquer. – O ponto é. Jantar em minha casa hoje. Todo o mundo lá. Quando digo todo o mundo eu me refiro a todo o mundo mesmo. Ordens da minha garota. – Despejei logo de uma vez fazendo a minha irmã mais nova arfar e depois soltar um grito descomunalmente alto.

Ouvidos? Oi?Surdo em menos de dois segundos.

Eu juro que ainda posso ouvir as replicas do grito dela em meu ouvido.

- Oh meu deus! Vou tratar de tudo agora! Sete horas estaremos em sua casa. – E desligou na minha cara.

Olhei para a tela do meu celular sem acreditar enquanto ouvia a minha filha falar com a Vanessa sobre qualquer coisa que levava o nome como chocolate.

- Depois eu que sou o sem educação. Loira de uma figa. Pinguim do arizona. – Resmunguei enquanto voltava a guardar o meu celular dentro do bolso.

Olhei na direção das duas mulheres que fazem parte da minha vida e pode ver que elas estavam discutindo sobre qual chocolate usar para cobertura de bolo.

- Você sabe que não tem pinguim no arizona né? – A voz bricalhona da Vanessa me fez despertar e agora pode ver que ela colocava vários tipos de chocolate culinário no carrinho de compras.

Revirei os olhos na direção dela a fazendo rir alto enquanto tomava seu caminho pelo corredor.

Abri um sorriso e olhei na direção das crianças que pareciam animadas enquanto voltavam á conversa.

É realmente eu me sinto num comercial de margarina.

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Oi oi oie meninas!
Aqui está o ultimo post do dia!
Eu ri muito escrevendo esse capitulo. O Zac é uma comédia em duas pernas kkkkkkkkkkkk'
Enfim espero que tenham gostado por isso comentem muito para me deixar feliz!
Beijos e até amanhã!

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Capitulo 8


Meu olhar corria entre o rosto pedrificado e assustado da Vanessa para a expressão animada e ansiosa da minha filha, que olhava entre mim e a Vanessa esperando por uma resposta.

Eu realmente não sabia o que dizer então permaneci em silêncio olhando para ambas que agora se encaravam sem dizer uma unica palavra. Olhei rapidamente na direção do irmão da Vanessa e o vi me olhando com os olhos arregalados em confusão.

Dei de ombros na direção dele e me virei para as garotas que agora pareciam falar baixinho entre elas.

Baixo o suficiente para eu não ouvir.

Pingariei fazendo com que elas olhassem para mim e percebi que elas estavam com sorrisos brilhasos e enormes em seus lábios me deixando um pouco confuso com a repentina mudança de humor.

Ela não estava assustada á pouco minutos atrás?

Completamente confuso me levantei da cama espreguiçando o meu corpo, sentindo o sono se espalhar da minha mente no mesmo momento em que um grande sorriso se abriu em meus lábios vendo que a Vanessa estava olhando para mim quase babando.

Antes que eu volta-se a falar com elas o meu estomago reclamou fazendo com que todos eles rissem me deixando sem graça.

- Parece que o papai aqui está com fome. – A voz da Vanessa foi ouvida no meio das risadas felizes de ambas as crianças enquanto eu olhava para ela com uma sobrancelha erguida. – O que vocês acham de hoje haver panquecas com calda de chocolate e morango? – Ela perguntou para as crianças que gritaram um “Eba” pulando em seus lugares.

No momento em que eu repreender por causa do barrulho elas descolaram, correndo para fora do quarto como se a casa estivesse pegando fogo me deixando assustado com a energia matinal dessas crianças.

- É sempre assim? – Perguntei olhando para a Vanessa que ria da minha cara de assustado. – Eu juro que a minha filha não era assim. – Sussurei coçando a minha testa em confusão.

Ainda rindo ela deu de ombros e foi na direção do banheiro deixando a porta aberta. Sem pensar muito eu caminhei atrás dela, a vendo escuvando os dentes enquanto se encarava no espelho.

Mesmo depois de acordar á pouco tempo, ela parecia ter acabado de sair de algum tipo de cabeleireiro ou da capa de alguma revista femenina. Seu cabelo estava um pouco bagunçado e seu rosto estava um pouco amassado também, mas seus olhos brilhavam e o seu rosto estava bonito, sem qualquer tipo de maquilhagem ou produto quimico.

Meus pensamentos foram desviandos quando ela se dobrou um pouco na pia para lavar a boca e o rosto deixando sua bunda bonita empinada na minha direção. Com os olhos postos na sua retaguarda senti a minha respiração disparar e o meu coração quase saiu fugindo para fora do meu peito com aquela visão do paraiso.

- Tire os olhos daí Zac. – Ela reclamou e os meus olhos subiram na direção do seu rosto. Eu quase ri quando a vi me encarando atraves do espelho que ficava a cima da pia com uma careta de falsa reprovação.

Dando de ombros levemente na direção dela eu sai da porta do banheiro e entrei de vez para dentro do comudo. No momento em que a alcancei, eu abraçei a sua cintura fina vendo que ela sorria brilhantemente na minha direção sem tirar os olhos de mim atraves do espelho.

Com um enorme sorriso eu me debrocei sobre ela, já que a mulher era mais baixa que eu, e beijei a sua bochecha sentindo o cheiro bom que a sua pele exalava.

- Bom dia Baby. – Sussurei em seu ouvido beijando e mordiscando o seu pescoço a sentindo estremecer em meus braços.

- Bom dia. – Ela sussurou de volta sem forças, fechando seus olhos sorrindo levemente se reencostando a mim me fazendo sorrir ainda mais apertando contra mim.

[...]

Depois de tomar um banho rápido e vestir alguma coisa decente para passar o dia em casa, eu desci as escadas duas de cada vez. Mesmo eu estando na estrada da sala eu podia ouvir as vozes animadas das crianças e a risada bonita da Vanessa.

Um sorriso lento se abriu em meus lábios sentindo meu peito aquecer com uma sensação de paz que á muito eu não sentia,
é realmente muito bom eu poder finalmente sentir isso novamente.
Perfeito na verdade.

Com um enorme sorriso estampado no rosto e a felicidade enraindo ao meu redor, eu entrei na cozinha me deparando com uma mesa repleta de coisas boas para comer.

Havia de tudo em cima dela. Pão fresco, geleias, suco, café, bolo de chocolate, leite, cereais, bacon, ovos, panquecas e waffles de chocolate. Um gemido de apreciação escapou por entre os meus lábios chamando a atenção da Vanessa que estava lindo com um vestido floral e umas sandalias baixas de dedo.

- Senta venha comer. – Ela disse apontado para a cabeceira da mesa onde já tinha um prato pronto e repleto de coisas boas.

Obedecendo á sua ordem eu me sentei em meu lugar devido e ela logo se juntou a mim ficando do meu lado direito e de frente para o seu irmão que estava comendo panquecas com melaço de chocolate.
Com um sorriso enorme eu peguei no café e tratei de me servir do liquido, para logo começar a atacar a minha comida.

- Depois do pequeno almoço eu e as crianças vamos ao mercado. – Ouvi a voz da Vanessa se proclamar por cima das vozes baixas das crianças que pareciam discutir alguma coisa sobre dinaussauros amarelos.

Retirei a minha atenção das crianças e olhei para ela que estava comendo um pouco de salada de fruto me encarando.

- Está me informando ou pedindo para eu ir junto? – Perguntei em tom de brincadeira me inclinando na sua direção.

Um sorriso grande se abriu nos lábios dela enquanto ela se inclinava na minha direção deixando nossas bocas a centimetros de distancia uma da outra.

- Eu como sou uma boa observadora reparei que você está vestido para ficar em casa, então automáticamente imaginei que hoje você não vai trabalhar o que leva a você nos acompanhar para um visita ao mercado Dr.Efron. – Ela sussurou fazendo com que eu gemesse ao sentir o seu halito doce bater em meu nariz.

- Você acha mesmo que eu ia deixar você sair nesse vestido esvoaçante sem a minha presença? – Perguntei chegando mais perto dela fazendo com que eu fala-se contra a sua boca. – Não pense uma segunda vez porque eu vou junto.

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Oie meninas!!!
Aqui estou eu com mais um capitulo para todas voces!!
Espero que gostem!
Beijos e ate amanha!!

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Capitulo 7


A dor latejante em minha canela parecia duplicar quando finalmente ganhei coragem para pousar meu pé no chão sobre o olhar atento e nada preocupado da Vanessa enquanto ela batia com o seu pequeno pé impacientemente no chão e de braços cruzados como se espera-se.

Engolindo corajosamente todos os gemidos de dor latejante que eu estava sentindo fiquei completamente ereto em minha posição fixando meus olhos nos dela vendo a raiva e a determinação brilharem neles o que realmente me deixou confuso e existado como o inferno fora de mim.

Como não havia dito uma unica palavra após me ter fisicamente agredido eu tratei de afastar um poucos as minhas pernas cruzando os braços no meu peito esperando para que ela respondesse á minha pergunta.

- O que você quer senhor Efron? – Ergui uma sobrancelha na direção dela enquanto as palavras ironicas me atingiram me deixando completamente confuso.

- O que eu quero Senhorita Hudgens é que você me responda á minha fodida pergunta! Que merda deu em você me bater? – Perguntei enquanto ela estreitava os olhos na minha direção me deixando ainda mais existado com as reações dela.

- Oras você entra no meu quarto após uma semana, me perguntando se eu tenho namorado após me beijar! Eu tenho cara de quem sai por ai traindo namorados por acaso? – Ela perguntou descruzando os braços enquanto fechava suas pequenas mãos em dois punhos o que realmente me assustou.

Não por ser agredido novamente sim porque se ela me batesse a mão dela ia ficar num oito e iria doer por semanas.

- Ei eu não disse que você saia por ai traindo, mas eu fiquei pensando se por acaso você e o seu namorado estavam passando por uma face dificil e carente você se deixou levar por mim. Nao que eu ache isso mal porque realmente não era, já que acaso você dizesse que estava namorando um bobado filho da puta qualquer eu tinha planos para te roubar dele e te trancar aqui comigo para sempre. – Eu disse num folego só vendo a carinha de supresa e divertimento se formar no rosto bonito da mulher á minha frente o que realmente me deixou bastante satisfeito.

- Então mesmo que eu amasse o meu namorado você me roubaria dele? – Ela perguntou erguendo a sua sobrancelha perfeitamente desenhada na minha direção enquanto um sorriso preverso se espalhava em seus lábios.

Ela ficava fudidamente quente assim!

Sem realmente responder á sua pergunta completamente sem cabimento, na minha opnião, dei alguns passos na direção dela sem me importar com o ofego de supresa vindo dela quando a alcansei e nos joguei na cama protejendo a sua cabeça do embate contra o livro grosso que ficou debaixo da sua cabeça.

Assim que me ajeitei em cima dela sem magua-la ou depositar completamente todo o meu peso sobre o dela os meus olhos se fixaram nos dela vendo o brilho preverso e animado que enraivam deles me deixando relaxado, animado e completamente anestiseado.

- Você realmente não respondeu á minha pergunta. – Ela sussurou enquanto seus dedos agarravam os cabelos da minha nuca os puxando levemente na sua direção ficando com as nossas bocas a alguns centimetros.

- Sim mesmo que você achasse que amava o cara eu te roubava para mim e te fazeria me amar. – Sussurei de volta para ela e sem esperar duas vezes colei nossas bocas juntas a fazendo ofegar.

Assim que as nossas bocas se tocaram eu pode sentir um arrepio descer a minha coluna fazendo cada canto do meu corpo se arrepiar com aquele simples toque, a boca dela se moldava perfeitamente á minha enquanto a sua lingua penetrava a minha boca para se encontrar com a minha deixando-me mais uma vez após uma semana provar o sabor doce da sua boca.

Com um gemido baixo de prazer tratei de aprofundar um pouco mais o beijo, a colando e apertando seu corpo contra o meu sentindo cada parte dos nossos corpos se tocarem e se encaixarem com perfeição enquanto nossas bocas se moviam frenéticamente uma contra á outra.

Agora sim eu estava onde eu queria estar!

[...]

Calor!

Sim estava me sentindo absoltamente quente neste momento, ao sentir que algo estava completamente deitado emcima de mim, grudado e confortavel enquanto ambas as minhas mãos estavam em algo macio e arredondado.

As minhas imagens da noite anterior foram assaltando pouco a pouco a minha mente ainda completamente sonolenta, me fazendo abrir um sorriso preguiçoso e apertar o que eu tinha em minhas mãos ouvindo um ofego baixo junto com um telintar de duas risadas baixas e infantis.

- Não sabia que você era tarado logo de manhã cedo. – A voz baixa, sonolenta e rouca da Vanessa me fez soltar uma risada para logo apertar novamente o que eu tinha em mãos que eu podia apostar que era a sua bunda.

- Papai tá apentando a bunda da mamãe! – A voz infantil da minha filha me fez abrir os olhos rapidamente enquanto a Vanessa rolava sobre o seu corpo acabando caindo no chão já que estavamos na ponta.

- Ai! – A queixa dela me fez levantar como um foguete sabendo que estava completamente vestido mesmo sem blusa e me sentei na cama olhando para ela.

- Você está bem? – Perguntei me abaixando para ajudar a se levantar a colocando em meu colo.

- Sim eu só me assustei acho que ouvi a voz da sua filha. – Ela sussurou balançando a cabeça enquanto duas crianças gargalhavam sentadas no chão perto da porta do banheiro olhando para nos os dois.

- Er...baby a minha filha e o seu irmão estão sentados bem ali. – Apontei com a cabeça somente usando um gesto vendo os olhos castanhos dela se abrirem comicamente parecendo dois pequenos pires de café enquanto ela se virava para as crianças que continuavam rindo dela.

- Crianças o que vocês estão fazendo aqui? – Ela perguntou após um curto periodo de reflexão ao mesmo tempo que ela tentava se acalmar aos poucos.

Vi com prazer a minha filha se levantar graciosamente do chão tomando uma corridinha rápida até nós enquanto nos olhava alegremente pulando pra cima e pra baixo em seus pés.

- Você vai ser a minha mamãe? Você estava dormindo com o papai o que quer dizer que você vai ser minha mamãe não é?

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Oie gente aqui esta mais um capitulo para todas voces!
Espero que gostem!
O que acham que o Zac vai dizer sobre a Vanessa ser a nova mamae da pequena dele?
kkkk Esperemos para ver!
Beijos ate mais!

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Capitulo 6

Fria. Grande. Espaçosa demais para uma pessoa só.

Eu não sabia o que se estava a passar com o meu corpo que não aceitava de geito nenhum o conforto que a minha cama king-size oferecia á quase cinco anos.

Eu não conseguia me sentir confortavel mesmo que estivesse rodeado de travesseiros e lençois quentes da minha cama, todo o meu corpo parecia gelado como se eu tivesse passado horas á chuva ou na neve e a mente inquieta não me deixava dormir.

Desde daquela noite no jardim com a Vanessa á três noites atrás, esta sensação sempre me presseguia e se intensificava na hora de eu me deitar sem falar com ela já que ela e eu estavamos nos desencontrando denovo.

Eu havia pegado três turnos de 24 horas com três horas de descanso no inicio da manhã o que fez que eu chegasse em casa de manhã depois de elas sairem e saisse meia hora antes de Vanessa chegar da faculdade me impossiblitando de ter qualquer tipo de contacto com ela o que estava me matando por dentro.

Revirei mais uma vez na enorme cama gemendo completamente irritado á espera que o cansaço do dia se apodera-se de mim e me fizesse dormir imidiantamente, mas algo ali me faltava e eu sabia disso e eu precisava urgentemente de abandonar essa sensação antes que eu perdesse de vez todo o juizo que ainda me restava.

Num movimento rápido chutei o lençol negro e a colcha branca para fora do meu caminho e levantei-me da cama completamente nu pegando de dentro da minha mesinha de cabeceira uma cueca box negra ignorando completamente a minha calça de moleton que estava em cima da cadeira e logo corri para fora do quarto.

Antes de tomar o meu caminho até ao quarto da Vanessa olhei em volta para que ninguém me visse a sair de boxe do meu quarto, mas estava tudo escuro além das luzes fracas de um candeiro que ficava em cima de uma mesinha que estava no meio do corredor iluminando suavemente o caminho reto até aos quartos da minha filha que ficava do lado esquerdo do da Vanessa que ficava de frente para o do irmão o que indicava que estava todos dormindo menos eu e em breve a Vanessa.

Reparei antes de inicar uma corrida rápida até ao quarto dela que da brecha da porta saia uma luz fraca ou seja ela estava acordada.

Meu dia de sorte senhor!

Tomei uma respiração fundo profunda e lancei-me numa corrida rápida na ponta dos pés parando bem na porta do quarto dela ouvindo qualquer tipo de movimento vindo de dentro do quarto ou até mesmo dos quartos em redor de mim.

A unica coisa que eu conseguia ouvir era a minha respiração pesada e do outro lado da porta ruidos pequenos que vinham de dentro do quarto o que indicava que ela estava estudando ou lendo qualquer coisa que ela gostasse.

Antes de abrir a porta ou até mesmo colocar a minha mão no puxador da porta tomei uma respiração profunda sentindo todo o meu corpo estremecer de ansiedade e expectativa enquanto a palma das minhas mãos começaram a suar.

Puta merda eu estou tão nervoso!!

Ignorando todas aqueles sentimentos que só me estavam deixando pior coloquei a mão no puxador enquanto a forçava ouvindo o clique suave da fechadura sedendo á minha passagem e logo abri a porta lentamente revelando o quarto onde ela ficava.

Era um quarto simples e sem grandes mordomias já que eu não tinha tempo nem paciencia para decorar qualquer aposento da minha casa que não fosse habitado e concerteza este não seria novamente habitado daqui a uns tempos.

Presunçoso demais? Talvez mas era a pura verdade o plano era exatamente esse fazer ela se mudar para a minha cama e só sair quando estivesse pronta para ir para o seu tumulo ou seja daqui a muitos e muitos anos!

Assim que tomei coragem abri lentamente a porta de madeira escura tentando não fazer qualquer tipo de ruido ou até mesmo alerta-la caso ela estivesse fazendo alguma coisa de mal.

Tipo o que génio? Fazendo sexo online com o namorado?

Oh porra será que ela tinha namorado? Espera eu acho que ela nao iria me beijar caso estivesse comprometida né? Tipo eu posso querer ela para mim, mas será que ela me queria para eu estar arriscando qualquer tipo de disputa com um garoto cheio de anabulizantes?

- Vai ficar ai na porta esperando que ela se feche sozinha? – A voz baixa e brincalhona da Vanessa me dispertou de todas aquelas perguntas que haviam me deixando completamente desanimado frustando todos os meus planos de a pedir em namoro daqui a um tempo.

- Voce tem namorado? – Eu perguntei fechando a porta sem tirar meus olhos dos dela vendo como ela ficava sexy com aqueles oculos de haste negra.

Porra ela ficava fodidamente fofa e quente daquele geito!

- Sabe você devia me ter perguntado isso antes de me beijar á três dias Zac. – Ela soltou juntamente com uma risadinha debochada voltando a sua atenção novamente para o seu laptop digitando ferozmente. – Mas não sou completamente livre se é isso que você veio aqui perguntar, não vai ter nenhum cara correndo atrás da sua bunda covarde por ter beijado a garota dele. – Ela respondeu secamente me fazendo chutar a minha propria bunda estupida por ter estragado todos os meus planos para esta noite com uma pergunta completamente burra.

- Eu não vim aqui para fazer essa pergunta e sim para vir deitar connvoce porque eu não consigo dormir direito desde que eu tive você em meus braços á três noites atrás. – Eu disse enquanto analizando todas as suas reações.

Ela simplesmente parlisou momentaneamente para depois jogar o seu laptop emcima da cama e pular de cima dela correndo até mim para logo depois chutar a minha canela com toda a sua força me fazendo cambalear para trás agarrando minha canela olhando para ela completamente angustiado e supreso.

- Mas que porra Vanessa!?

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OLÁ MENINAS!
Cá estou denovo para partilhar com todos voces a continuação da fic.
O que acharam dessa pequena conversa? Porque será que o Zac apanhou mesmo? KKKKKKKKKKKKKKK'
Comentem bastante viram? JÁJÁ irei postar em New Chance também!
Beijos Até já!!