quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Capitulo 9
O caminho para o supermercado foi uma festa ambulante. Eu nunca na minha vida pensei ou imaginei ver a minha filha cantar em plenos pulmões a música ridicula que a Vanessa havia colocado no leitor de cd’s do carro.
Por tudo o que é mais sagrado eu tentei vezes sem conta não rir da cara de alguns pedrestes que olhavam para nós quando paravamos em algum semafro, já que a suposta babá da minha filha – que rápidamente se tornar mãe – cantava junto com as crianças se achocalhando ao som da musica infantil animada.
Concerteza era uma situação que requeria nivel alto de ajuda médica. Mas quem estava se importando quando todo o mundo estava bem e rindo em plenos pulmões sempre que a perfumece acabava.
Confesso que me arrisquei algumas vezes nas letras das musicas. Fazer o que? Aquela porra era contagiante!
Assim que chegamos ao estacionamento do dito mercado a Vanessa saltou do carro retirando as crianças do banco de trás que falavam animadamente sem parar.
Com um enorme sorriso no rosto sai do carro, colocando a minha carteira no bolso traseiro das minhas calças enquanto caminhava para perto dos três que estavam falando uns com os outros sem parar.
Quem olha-se de fora pareciamos uma familia animada para um programa tipico de propaganda de televisão. Mulher dedicada com um enorme sorriso e linda, dois filhos animados que riam se parar enquanto falavam de algum doce que queriam comprar e claro o tipico pai babão que faz tudo para ver a familia unida.
Clichê? Até pode ser, mas eu realmente me sentia bem com essa imagem em minha cabeça.
Pode ver pelo canto do olho um casal de velhinhos que observavam os três com um enorme sorriso saudoso, o que me deixou bem orgulhoso. Tá eles ainda não eram definitivamente a minha familia, mas quem disse que não iriam ser?
- Vamos? – Perguntei assim que cheguei perto deles fazendo a Vanessa virar na minha direção com um sorriso bobo em seu rosto.
- Sim só preciso de achar um carrinho para nós e podemos finalmente começar com a nossa missão de encher a geladeira. – Enquanto ela falava eu pode ver o quanto a agradava fazer esse tipo de tarefa, já que os olhos dela brilhavam em animação.
Ri baixinho da sua animação e colei levemente meus lábios nos dela fazendo as crianças rirem enquanto soltavam grunhidos de nojo junto com diversão.
- Eu pego o carrinho pode ir entrando no mercado já encontro vocês lá. – Sussurei beijando a sua pele e me virei para o irmão da Vanessa que olhava para mim de olhos arregalados de emoção e admiração. – Quer vir campeão? – Perguntei estendendo os braços para ele.
Ele assistiu com a cabeça e se jogou em meu colo enquanto eu o erguia para que ele fica-se preso em meu quadril. Andei com ele alguns passos até achar um pequeno barraco em metal com alguns carrinhos de supermercado dentro.
Tirei um que estava sozinho ao lado da enorme fila do meu lado esquerdo e coloquei o dentro do carrinho.
- Tio Zac? – A voz miada do Damon me chamar. Levantei minha cabeça na sua direção olhando em seus profundos olhos castanhos iguais aos da minha garota e sorri. No momento em que ele tinha toda a minha atenção pode ver que suas bochechas se tingiram de uma rosa palido muito fofo e inocente. – Podemos comprar ursinho goma? – Lá estava novamente a voz miada.
- Se a sua irmã deixar agente compra. Caso ela não deixar eu compro escondido. – Sussurei perto dele e pisquei o olho na sua direção o fazendo gargalhar baixinho e assistir animadamente com a cabeça.
Crianças. Tão faceis de contentar.
Caminhei empurrando o carrinho novamente na direção do supermercado vendo a figura baixa e delicada da Vanessa do outro lado das portas duplas automáticas com a minha filha ao colo enquanto cochichavam e riam entre elas.
Um sorriso involuntário se alastrou em meu rosto ao passo que me aproximava delas. Eu sei prefeitamente que a minha pequena filha não é nada da Vanessa.
Mas será pecado eu desejar que ambas fossem mãe e filha? Elas pareciam tão unidas, partilhando um mundinho só delas, deixando os homens de foram enquanto se comunicavam.
Elas eram perfeitas juntas!
- Chegamos senhoritas! – Me fiz presente assim que as portas duplas se fecharam nas minhas costas após eu ter passado ficando ao lado das minhas duas meninas.
Elas olharam ao mesmo tempo na nossa direção. Azul e castanho chocolate derretido, fundidos tão perfeitamente que dava inveja a qualquer casal com filhos por ai.
- Vamos então meus senhores temos muito o que comprar! Quero fazer um grande jantar com tudo o que temos direito! – A voz da Vanessa soava animada, derretida e malditamente fofa.
Ela continha um sorriso de orelha a orelha, mostrando seus dentes perfeitamente brancos e alinhados. Um sorriso de dar inveja a muitas estrelas de Hollywood!
- E porque que nós vamos ter um jantar grande hoje? Temos algum convidado que eu não sei? – Perguntei enquanto empurrava o carrinho atrás da Vanessa que agora agarrava a mão da minha filha com força para que ela não se perde-se.
- Bom já que você pergunta. Eu estava pensando em ligar para a sua irmã e dizer para que ela trouxesse sua familia. Porque pelo que me dizeram você está muito pouco tempo com eles. – Ela falou numa voz baixa e desaprovadora enquanto se encaminhava para a secção das frutas comigo empurrando o carrinho ao seu lado.
Fiz uma careta gigante só de lembrar do ultimo telefonema da mamãe Efron. Cara eu posso jurar que ela perdeu a compostura e me xingou por entre os dentes cerrados.
- Eu realmente ando muito ocupado para poder tirar algum tempo com a minha propria familia. Acreite já levei um sermão da minha mãe, que diga-se de passagem não foi nada bonito de se ouvir. – Resmunguei olhando para o pequeno Damon que brincava com um carrinho nas grades.
Pelo canto do olho pude ver que ela parou e levantou a pequena Matilde a colocando dentro do carrinho de compras ao lado do Damon que assim que sentiu a sua presença começou a falar com ela animadamente.
- Bem feito quem mandou trocar a familia pelo trabalho? Eu te avisei desde do principio, você não me quis ouvir! – Ela miou raivosamente na minha direção enquanto olhava atentamente para a variedade de legumes que havia nas caixas de plastico á sua frente.
Bufei baixinho e olhei para as crianças que pareciam não notar em nada á sua volta enquanto falavam sobre um desenho animado qualquer que havia passado na televisão mais cedo.
A ideia de chamar a minha familia não me parecia má de toda, mas e se ela acha-se que eramos todos loucos e saisse fugindo da minha cabeça gritando?
Era bem capaz dos meus irmãos a assustarem quando começassem a brigar por causa de um simples lugar na mesa.
Só de lembrar da ultima vez me dá medo.
- Ligue para a sua irmã ela tratará de chamar os outros. – Ela ordenou enquanto colocava uma variedade infinita de legumes que chamaram a atenção das crianças.
Quase expludi em risadas quando ambos fizeram um bico enorme no rosto e cruzaram os braços emburrados ao mesmo tempo.
A Vanessa simplesmente não ligou e revirou os olhos retomando seu caminho em direção ás frutas que ficavam alguns metros dali.
Enquanto eu esperava ela encher o carrinho de fruta saquei meu celular de dentro do bolso das calças discand logo de seguida o numero da minha irmã rezando para não ouvir qualquer tipo de xingamento.
Ao terceiro toque ela atendeu.
- Quem é vivo sempre aparece! – A voz brava e debochada da minha irmã me faz estremecer só de pensar no que viria aseguir.
- Pois é. Sem rodeios antes que você começe a xingar até á ultima geração da nossa familia. – Resumi logo de cara recebendo um tapa na nuca da Vanessa que me olhava feio. – Ai amor isso doeu! – Reclamei olhando para ela enquanto as crianças riam de mim.
Perfeito. Bufei e dei a lingua na direção das crianças. Denovo um tapa na nuca mas desta vez ainda mais forte que quase me fez bater com a testa no Damon.
- Educação! – Ai está a voz mandona e zangada da minha garota suando aos meus ouvidos.
- Cacetada você e a Vanessa estão juntos? Hein? Amor? Minha nossa! – A voz da minha irmã me trouxe novamente á realidade e eu quase gemi só de imaginar tudo o que eu iria ouvir da minha mãe quando ela descobri-se por terceiros que eu estava tendo uma espécie de relacionamento com a babá da minha filha.
Sim espécie porque eu estou velho para namorar e nós mais parecemos um casal de casados com dois filhos pequenos.
Imagem bonita denovo. Perfeitos como casal. Casal de comercial de margarina.
- Depois você fala com a Vanessa sobre isso. – Resmunguei empurrando o carrinho atrás da Vanessa que agora se encaminhava para outra secção qualquer. – O ponto é. Jantar em minha casa hoje. Todo o mundo lá. Quando digo todo o mundo eu me refiro a todo o mundo mesmo. Ordens da minha garota. – Despejei logo de uma vez fazendo a minha irmã mais nova arfar e depois soltar um grito descomunalmente alto.
Ouvidos? Oi?Surdo em menos de dois segundos.
Eu juro que ainda posso ouvir as replicas do grito dela em meu ouvido.
- Oh meu deus! Vou tratar de tudo agora! Sete horas estaremos em sua casa. – E desligou na minha cara.
Olhei para a tela do meu celular sem acreditar enquanto ouvia a minha filha falar com a Vanessa sobre qualquer coisa que levava o nome como chocolate.
- Depois eu que sou o sem educação. Loira de uma figa. Pinguim do arizona. – Resmunguei enquanto voltava a guardar o meu celular dentro do bolso.
Olhei na direção das duas mulheres que fazem parte da minha vida e pode ver que elas estavam discutindo sobre qual chocolate usar para cobertura de bolo.
- Você sabe que não tem pinguim no arizona né? – A voz bricalhona da Vanessa me fez despertar e agora pode ver que ela colocava vários tipos de chocolate culinário no carrinho de compras.
Revirei os olhos na direção dela a fazendo rir alto enquanto tomava seu caminho pelo corredor.
Abri um sorriso e olhei na direção das crianças que pareciam animadas enquanto voltavam á conversa.
É realmente eu me sinto num comercial de margarina.
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Oi oi oie meninas!
Aqui está o ultimo post do dia!
Eu ri muito escrevendo esse capitulo. O Zac é uma comédia em duas pernas kkkkkkkkkkkk'
Enfim espero que tenham gostado por isso comentem muito para me deixar feliz!
Beijos e até amanhã!
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Capitulo 8
Meu olhar corria entre o rosto pedrificado e assustado da Vanessa para a expressão animada e ansiosa da minha filha, que olhava entre mim e a Vanessa esperando por uma resposta.
Eu realmente não sabia o que dizer então permaneci em silêncio olhando para ambas que agora se encaravam sem dizer uma unica palavra. Olhei rapidamente na direção do irmão da Vanessa e o vi me olhando com os olhos arregalados em confusão.
Dei de ombros na direção dele e me virei para as garotas que agora pareciam falar baixinho entre elas.
Baixo o suficiente para eu não ouvir.
Pingariei fazendo com que elas olhassem para mim e percebi que elas estavam com sorrisos brilhasos e enormes em seus lábios me deixando um pouco confuso com a repentina mudança de humor.
Ela não estava assustada á pouco minutos atrás?
Completamente confuso me levantei da cama espreguiçando o meu corpo, sentindo o sono se espalhar da minha mente no mesmo momento em que um grande sorriso se abriu em meus lábios vendo que a Vanessa estava olhando para mim quase babando.
Antes que eu volta-se a falar com elas o meu estomago reclamou fazendo com que todos eles rissem me deixando sem graça.
- Parece que o papai aqui está com fome. – A voz da Vanessa foi ouvida no meio das risadas felizes de ambas as crianças enquanto eu olhava para ela com uma sobrancelha erguida. – O que vocês acham de hoje haver panquecas com calda de chocolate e morango? – Ela perguntou para as crianças que gritaram um “Eba” pulando em seus lugares.
No momento em que eu repreender por causa do barrulho elas descolaram, correndo para fora do quarto como se a casa estivesse pegando fogo me deixando assustado com a energia matinal dessas crianças.
- É sempre assim? – Perguntei olhando para a Vanessa que ria da minha cara de assustado. – Eu juro que a minha filha não era assim. – Sussurei coçando a minha testa em confusão.
Ainda rindo ela deu de ombros e foi na direção do banheiro deixando a porta aberta. Sem pensar muito eu caminhei atrás dela, a vendo escuvando os dentes enquanto se encarava no espelho.
Mesmo depois de acordar á pouco tempo, ela parecia ter acabado de sair de algum tipo de cabeleireiro ou da capa de alguma revista femenina. Seu cabelo estava um pouco bagunçado e seu rosto estava um pouco amassado também, mas seus olhos brilhavam e o seu rosto estava bonito, sem qualquer tipo de maquilhagem ou produto quimico.
Meus pensamentos foram desviandos quando ela se dobrou um pouco na pia para lavar a boca e o rosto deixando sua bunda bonita empinada na minha direção. Com os olhos postos na sua retaguarda senti a minha respiração disparar e o meu coração quase saiu fugindo para fora do meu peito com aquela visão do paraiso.
- Tire os olhos daí Zac. – Ela reclamou e os meus olhos subiram na direção do seu rosto. Eu quase ri quando a vi me encarando atraves do espelho que ficava a cima da pia com uma careta de falsa reprovação.
Dando de ombros levemente na direção dela eu sai da porta do banheiro e entrei de vez para dentro do comudo. No momento em que a alcancei, eu abraçei a sua cintura fina vendo que ela sorria brilhantemente na minha direção sem tirar os olhos de mim atraves do espelho.
Com um enorme sorriso eu me debrocei sobre ela, já que a mulher era mais baixa que eu, e beijei a sua bochecha sentindo o cheiro bom que a sua pele exalava.
- Bom dia Baby. – Sussurei em seu ouvido beijando e mordiscando o seu pescoço a sentindo estremecer em meus braços.
- Bom dia. – Ela sussurou de volta sem forças, fechando seus olhos sorrindo levemente se reencostando a mim me fazendo sorrir ainda mais apertando contra mim.
[...]
Depois de tomar um banho rápido e vestir alguma coisa decente para passar o dia em casa, eu desci as escadas duas de cada vez. Mesmo eu estando na estrada da sala eu podia ouvir as vozes animadas das crianças e a risada bonita da Vanessa.
Um sorriso lento se abriu em meus lábios sentindo meu peito aquecer com uma sensação de paz que á muito eu não sentia,
é realmente muito bom eu poder finalmente sentir isso novamente.
Perfeito na verdade.
Com um enorme sorriso estampado no rosto e a felicidade enraindo ao meu redor, eu entrei na cozinha me deparando com uma mesa repleta de coisas boas para comer.
Havia de tudo em cima dela. Pão fresco, geleias, suco, café, bolo de chocolate, leite, cereais, bacon, ovos, panquecas e waffles de chocolate. Um gemido de apreciação escapou por entre os meus lábios chamando a atenção da Vanessa que estava lindo com um vestido floral e umas sandalias baixas de dedo.
- Senta venha comer. – Ela disse apontado para a cabeceira da mesa onde já tinha um prato pronto e repleto de coisas boas.
Obedecendo á sua ordem eu me sentei em meu lugar devido e ela logo se juntou a mim ficando do meu lado direito e de frente para o seu irmão que estava comendo panquecas com melaço de chocolate.
Com um sorriso enorme eu peguei no café e tratei de me servir do liquido, para logo começar a atacar a minha comida.
- Depois do pequeno almoço eu e as crianças vamos ao mercado. – Ouvi a voz da Vanessa se proclamar por cima das vozes baixas das crianças que pareciam discutir alguma coisa sobre dinaussauros amarelos.
Retirei a minha atenção das crianças e olhei para ela que estava comendo um pouco de salada de fruto me encarando.
- Está me informando ou pedindo para eu ir junto? – Perguntei em tom de brincadeira me inclinando na sua direção.
Um sorriso grande se abriu nos lábios dela enquanto ela se inclinava na minha direção deixando nossas bocas a centimetros de distancia uma da outra.
- Eu como sou uma boa observadora reparei que você está vestido para ficar em casa, então automáticamente imaginei que hoje você não vai trabalhar o que leva a você nos acompanhar para um visita ao mercado Dr.Efron. – Ela sussurou fazendo com que eu gemesse ao sentir o seu halito doce bater em meu nariz.
- Você acha mesmo que eu ia deixar você sair nesse vestido esvoaçante sem a minha presença? – Perguntei chegando mais perto dela fazendo com que eu fala-se contra a sua boca. – Não pense uma segunda vez porque eu vou junto.
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Oie meninas!!!
Aqui estou eu com mais um capitulo para todas voces!!
Espero que gostem!
Beijos e ate amanha!!
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Capitulo 7
A dor latejante em minha canela parecia duplicar quando finalmente ganhei coragem para pousar meu pé no chão sobre o olhar atento e nada preocupado da Vanessa enquanto ela batia com o seu pequeno pé impacientemente no chão e de braços cruzados como se espera-se.
Engolindo corajosamente todos os gemidos de dor latejante que eu estava sentindo fiquei completamente ereto em minha posição fixando meus olhos nos dela vendo a raiva e a determinação brilharem neles o que realmente me deixou confuso e existado como o inferno fora de mim.
Como não havia dito uma unica palavra após me ter fisicamente agredido eu tratei de afastar um poucos as minhas pernas cruzando os braços no meu peito esperando para que ela respondesse á minha pergunta.
- O que você quer senhor Efron? – Ergui uma sobrancelha na direção dela enquanto as palavras ironicas me atingiram me deixando completamente confuso.
- O que eu quero Senhorita Hudgens é que você me responda á minha fodida pergunta! Que merda deu em você me bater? – Perguntei enquanto ela estreitava os olhos na minha direção me deixando ainda mais existado com as reações dela.
- Oras você entra no meu quarto após uma semana, me perguntando se eu tenho namorado após me beijar! Eu tenho cara de quem sai por ai traindo namorados por acaso? – Ela perguntou descruzando os braços enquanto fechava suas pequenas mãos em dois punhos o que realmente me assustou.
Não por ser agredido novamente sim porque se ela me batesse a mão dela ia ficar num oito e iria doer por semanas.
- Ei eu não disse que você saia por ai traindo, mas eu fiquei pensando se por acaso você e o seu namorado estavam passando por uma face dificil e carente você se deixou levar por mim. Nao que eu ache isso mal porque realmente não era, já que acaso você dizesse que estava namorando um bobado filho da puta qualquer eu tinha planos para te roubar dele e te trancar aqui comigo para sempre. – Eu disse num folego só vendo a carinha de supresa e divertimento se formar no rosto bonito da mulher á minha frente o que realmente me deixou bastante satisfeito.
- Então mesmo que eu amasse o meu namorado você me roubaria dele? – Ela perguntou erguendo a sua sobrancelha perfeitamente desenhada na minha direção enquanto um sorriso preverso se espalhava em seus lábios.
Ela ficava fudidamente quente assim!
Sem realmente responder á sua pergunta completamente sem cabimento, na minha opnião, dei alguns passos na direção dela sem me importar com o ofego de supresa vindo dela quando a alcansei e nos joguei na cama protejendo a sua cabeça do embate contra o livro grosso que ficou debaixo da sua cabeça.
Assim que me ajeitei em cima dela sem magua-la ou depositar completamente todo o meu peso sobre o dela os meus olhos se fixaram nos dela vendo o brilho preverso e animado que enraivam deles me deixando relaxado, animado e completamente anestiseado.
- Você realmente não respondeu á minha pergunta. – Ela sussurou enquanto seus dedos agarravam os cabelos da minha nuca os puxando levemente na sua direção ficando com as nossas bocas a alguns centimetros.
- Sim mesmo que você achasse que amava o cara eu te roubava para mim e te fazeria me amar. – Sussurei de volta para ela e sem esperar duas vezes colei nossas bocas juntas a fazendo ofegar.
Assim que as nossas bocas se tocaram eu pode sentir um arrepio descer a minha coluna fazendo cada canto do meu corpo se arrepiar com aquele simples toque, a boca dela se moldava perfeitamente á minha enquanto a sua lingua penetrava a minha boca para se encontrar com a minha deixando-me mais uma vez após uma semana provar o sabor doce da sua boca.
Com um gemido baixo de prazer tratei de aprofundar um pouco mais o beijo, a colando e apertando seu corpo contra o meu sentindo cada parte dos nossos corpos se tocarem e se encaixarem com perfeição enquanto nossas bocas se moviam frenéticamente uma contra á outra.
Agora sim eu estava onde eu queria estar!
[...]
Calor!
Sim estava me sentindo absoltamente quente neste momento, ao sentir que algo estava completamente deitado emcima de mim, grudado e confortavel enquanto ambas as minhas mãos estavam em algo macio e arredondado.
As minhas imagens da noite anterior foram assaltando pouco a pouco a minha mente ainda completamente sonolenta, me fazendo abrir um sorriso preguiçoso e apertar o que eu tinha em minhas mãos ouvindo um ofego baixo junto com um telintar de duas risadas baixas e infantis.
- Não sabia que você era tarado logo de manhã cedo. – A voz baixa, sonolenta e rouca da Vanessa me fez soltar uma risada para logo apertar novamente o que eu tinha em mãos que eu podia apostar que era a sua bunda.
- Papai tá apentando a bunda da mamãe! – A voz infantil da minha filha me fez abrir os olhos rapidamente enquanto a Vanessa rolava sobre o seu corpo acabando caindo no chão já que estavamos na ponta.
- Ai! – A queixa dela me fez levantar como um foguete sabendo que estava completamente vestido mesmo sem blusa e me sentei na cama olhando para ela.
- Você está bem? – Perguntei me abaixando para ajudar a se levantar a colocando em meu colo.
- Sim eu só me assustei acho que ouvi a voz da sua filha. – Ela sussurou balançando a cabeça enquanto duas crianças gargalhavam sentadas no chão perto da porta do banheiro olhando para nos os dois.
- Er...baby a minha filha e o seu irmão estão sentados bem ali. – Apontei com a cabeça somente usando um gesto vendo os olhos castanhos dela se abrirem comicamente parecendo dois pequenos pires de café enquanto ela se virava para as crianças que continuavam rindo dela.
- Crianças o que vocês estão fazendo aqui? – Ela perguntou após um curto periodo de reflexão ao mesmo tempo que ela tentava se acalmar aos poucos.
Vi com prazer a minha filha se levantar graciosamente do chão tomando uma corridinha rápida até nós enquanto nos olhava alegremente pulando pra cima e pra baixo em seus pés.
- Você vai ser a minha mamãe? Você estava dormindo com o papai o que quer dizer que você vai ser minha mamãe não é?
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Oie gente aqui esta mais um capitulo para todas voces!
Espero que gostem!
O que acham que o Zac vai dizer sobre a Vanessa ser a nova mamae da pequena dele?
kkkk Esperemos para ver!
Beijos ate mais!
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Capitulo 6
Fria. Grande. Espaçosa demais para uma pessoa só.
Eu não sabia o que se estava a passar com o meu corpo que não aceitava de geito nenhum o conforto que a minha cama king-size oferecia á quase cinco anos.
Eu não conseguia me sentir confortavel mesmo que estivesse rodeado de travesseiros e lençois quentes da minha cama, todo o meu corpo parecia gelado como se eu tivesse passado horas á chuva ou na neve e a mente inquieta não me deixava dormir.
Desde daquela noite no jardim com a Vanessa á três noites atrás, esta sensação sempre me presseguia e se intensificava na hora de eu me deitar sem falar com ela já que ela e eu estavamos nos desencontrando denovo.
Eu havia pegado três turnos de 24 horas com três horas de descanso no inicio da manhã o que fez que eu chegasse em casa de manhã depois de elas sairem e saisse meia hora antes de Vanessa chegar da faculdade me impossiblitando de ter qualquer tipo de contacto com ela o que estava me matando por dentro.
Revirei mais uma vez na enorme cama gemendo completamente irritado á espera que o cansaço do dia se apodera-se de mim e me fizesse dormir imidiantamente, mas algo ali me faltava e eu sabia disso e eu precisava urgentemente de abandonar essa sensação antes que eu perdesse de vez todo o juizo que ainda me restava.
Num movimento rápido chutei o lençol negro e a colcha branca para fora do meu caminho e levantei-me da cama completamente nu pegando de dentro da minha mesinha de cabeceira uma cueca box negra ignorando completamente a minha calça de moleton que estava em cima da cadeira e logo corri para fora do quarto.
Antes de tomar o meu caminho até ao quarto da Vanessa olhei em volta para que ninguém me visse a sair de boxe do meu quarto, mas estava tudo escuro além das luzes fracas de um candeiro que ficava em cima de uma mesinha que estava no meio do corredor iluminando suavemente o caminho reto até aos quartos da minha filha que ficava do lado esquerdo do da Vanessa que ficava de frente para o do irmão o que indicava que estava todos dormindo menos eu e em breve a Vanessa.
Reparei antes de inicar uma corrida rápida até ao quarto dela que da brecha da porta saia uma luz fraca ou seja ela estava acordada.
Meu dia de sorte senhor!
Tomei uma respiração fundo profunda e lancei-me numa corrida rápida na ponta dos pés parando bem na porta do quarto dela ouvindo qualquer tipo de movimento vindo de dentro do quarto ou até mesmo dos quartos em redor de mim.
A unica coisa que eu conseguia ouvir era a minha respiração pesada e do outro lado da porta ruidos pequenos que vinham de dentro do quarto o que indicava que ela estava estudando ou lendo qualquer coisa que ela gostasse.
Antes de abrir a porta ou até mesmo colocar a minha mão no puxador da porta tomei uma respiração profunda sentindo todo o meu corpo estremecer de ansiedade e expectativa enquanto a palma das minhas mãos começaram a suar.
Puta merda eu estou tão nervoso!!
Ignorando todas aqueles sentimentos que só me estavam deixando pior coloquei a mão no puxador enquanto a forçava ouvindo o clique suave da fechadura sedendo á minha passagem e logo abri a porta lentamente revelando o quarto onde ela ficava.
Era um quarto simples e sem grandes mordomias já que eu não tinha tempo nem paciencia para decorar qualquer aposento da minha casa que não fosse habitado e concerteza este não seria novamente habitado daqui a uns tempos.
Presunçoso demais? Talvez mas era a pura verdade o plano era exatamente esse fazer ela se mudar para a minha cama e só sair quando estivesse pronta para ir para o seu tumulo ou seja daqui a muitos e muitos anos!
Assim que tomei coragem abri lentamente a porta de madeira escura tentando não fazer qualquer tipo de ruido ou até mesmo alerta-la caso ela estivesse fazendo alguma coisa de mal.
Tipo o que génio? Fazendo sexo online com o namorado?
Oh porra será que ela tinha namorado? Espera eu acho que ela nao iria me beijar caso estivesse comprometida né? Tipo eu posso querer ela para mim, mas será que ela me queria para eu estar arriscando qualquer tipo de disputa com um garoto cheio de anabulizantes?
- Vai ficar ai na porta esperando que ela se feche sozinha? – A voz baixa e brincalhona da Vanessa me dispertou de todas aquelas perguntas que haviam me deixando completamente desanimado frustando todos os meus planos de a pedir em namoro daqui a um tempo.
- Voce tem namorado? – Eu perguntei fechando a porta sem tirar meus olhos dos dela vendo como ela ficava sexy com aqueles oculos de haste negra.
Porra ela ficava fodidamente fofa e quente daquele geito!
- Sabe você devia me ter perguntado isso antes de me beijar á três dias Zac. – Ela soltou juntamente com uma risadinha debochada voltando a sua atenção novamente para o seu laptop digitando ferozmente. – Mas não sou completamente livre se é isso que você veio aqui perguntar, não vai ter nenhum cara correndo atrás da sua bunda covarde por ter beijado a garota dele. – Ela respondeu secamente me fazendo chutar a minha propria bunda estupida por ter estragado todos os meus planos para esta noite com uma pergunta completamente burra.
- Eu não vim aqui para fazer essa pergunta e sim para vir deitar connvoce porque eu não consigo dormir direito desde que eu tive você em meus braços á três noites atrás. – Eu disse enquanto analizando todas as suas reações.
Ela simplesmente parlisou momentaneamente para depois jogar o seu laptop emcima da cama e pular de cima dela correndo até mim para logo depois chutar a minha canela com toda a sua força me fazendo cambalear para trás agarrando minha canela olhando para ela completamente angustiado e supreso.
- Mas que porra Vanessa!?
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OLÁ MENINAS!
Cá estou denovo para partilhar com todos voces a continuação da fic.
O que acharam dessa pequena conversa? Porque será que o Zac apanhou mesmo? KKKKKKKKKKKKKKK'
Comentem bastante viram? JÁJÁ irei postar em New Chance também!
Beijos Até já!!
Eu não sabia o que se estava a passar com o meu corpo que não aceitava de geito nenhum o conforto que a minha cama king-size oferecia á quase cinco anos.
Eu não conseguia me sentir confortavel mesmo que estivesse rodeado de travesseiros e lençois quentes da minha cama, todo o meu corpo parecia gelado como se eu tivesse passado horas á chuva ou na neve e a mente inquieta não me deixava dormir.
Desde daquela noite no jardim com a Vanessa á três noites atrás, esta sensação sempre me presseguia e se intensificava na hora de eu me deitar sem falar com ela já que ela e eu estavamos nos desencontrando denovo.
Eu havia pegado três turnos de 24 horas com três horas de descanso no inicio da manhã o que fez que eu chegasse em casa de manhã depois de elas sairem e saisse meia hora antes de Vanessa chegar da faculdade me impossiblitando de ter qualquer tipo de contacto com ela o que estava me matando por dentro.
Revirei mais uma vez na enorme cama gemendo completamente irritado á espera que o cansaço do dia se apodera-se de mim e me fizesse dormir imidiantamente, mas algo ali me faltava e eu sabia disso e eu precisava urgentemente de abandonar essa sensação antes que eu perdesse de vez todo o juizo que ainda me restava.
Num movimento rápido chutei o lençol negro e a colcha branca para fora do meu caminho e levantei-me da cama completamente nu pegando de dentro da minha mesinha de cabeceira uma cueca box negra ignorando completamente a minha calça de moleton que estava em cima da cadeira e logo corri para fora do quarto.
Antes de tomar o meu caminho até ao quarto da Vanessa olhei em volta para que ninguém me visse a sair de boxe do meu quarto, mas estava tudo escuro além das luzes fracas de um candeiro que ficava em cima de uma mesinha que estava no meio do corredor iluminando suavemente o caminho reto até aos quartos da minha filha que ficava do lado esquerdo do da Vanessa que ficava de frente para o do irmão o que indicava que estava todos dormindo menos eu e em breve a Vanessa.
Reparei antes de inicar uma corrida rápida até ao quarto dela que da brecha da porta saia uma luz fraca ou seja ela estava acordada.
Meu dia de sorte senhor!
Tomei uma respiração fundo profunda e lancei-me numa corrida rápida na ponta dos pés parando bem na porta do quarto dela ouvindo qualquer tipo de movimento vindo de dentro do quarto ou até mesmo dos quartos em redor de mim.
A unica coisa que eu conseguia ouvir era a minha respiração pesada e do outro lado da porta ruidos pequenos que vinham de dentro do quarto o que indicava que ela estava estudando ou lendo qualquer coisa que ela gostasse.
Antes de abrir a porta ou até mesmo colocar a minha mão no puxador da porta tomei uma respiração profunda sentindo todo o meu corpo estremecer de ansiedade e expectativa enquanto a palma das minhas mãos começaram a suar.
Puta merda eu estou tão nervoso!!
Ignorando todas aqueles sentimentos que só me estavam deixando pior coloquei a mão no puxador enquanto a forçava ouvindo o clique suave da fechadura sedendo á minha passagem e logo abri a porta lentamente revelando o quarto onde ela ficava.
Era um quarto simples e sem grandes mordomias já que eu não tinha tempo nem paciencia para decorar qualquer aposento da minha casa que não fosse habitado e concerteza este não seria novamente habitado daqui a uns tempos.
Presunçoso demais? Talvez mas era a pura verdade o plano era exatamente esse fazer ela se mudar para a minha cama e só sair quando estivesse pronta para ir para o seu tumulo ou seja daqui a muitos e muitos anos!
Assim que tomei coragem abri lentamente a porta de madeira escura tentando não fazer qualquer tipo de ruido ou até mesmo alerta-la caso ela estivesse fazendo alguma coisa de mal.
Tipo o que génio? Fazendo sexo online com o namorado?
Oh porra será que ela tinha namorado? Espera eu acho que ela nao iria me beijar caso estivesse comprometida né? Tipo eu posso querer ela para mim, mas será que ela me queria para eu estar arriscando qualquer tipo de disputa com um garoto cheio de anabulizantes?
- Vai ficar ai na porta esperando que ela se feche sozinha? – A voz baixa e brincalhona da Vanessa me dispertou de todas aquelas perguntas que haviam me deixando completamente desanimado frustando todos os meus planos de a pedir em namoro daqui a um tempo.
- Voce tem namorado? – Eu perguntei fechando a porta sem tirar meus olhos dos dela vendo como ela ficava sexy com aqueles oculos de haste negra.
Porra ela ficava fodidamente fofa e quente daquele geito!
- Sabe você devia me ter perguntado isso antes de me beijar á três dias Zac. – Ela soltou juntamente com uma risadinha debochada voltando a sua atenção novamente para o seu laptop digitando ferozmente. – Mas não sou completamente livre se é isso que você veio aqui perguntar, não vai ter nenhum cara correndo atrás da sua bunda covarde por ter beijado a garota dele. – Ela respondeu secamente me fazendo chutar a minha propria bunda estupida por ter estragado todos os meus planos para esta noite com uma pergunta completamente burra.
- Eu não vim aqui para fazer essa pergunta e sim para vir deitar connvoce porque eu não consigo dormir direito desde que eu tive você em meus braços á três noites atrás. – Eu disse enquanto analizando todas as suas reações.
Ela simplesmente parlisou momentaneamente para depois jogar o seu laptop emcima da cama e pular de cima dela correndo até mim para logo depois chutar a minha canela com toda a sua força me fazendo cambalear para trás agarrando minha canela olhando para ela completamente angustiado e supreso.
- Mas que porra Vanessa!?
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OLÁ MENINAS!
Cá estou denovo para partilhar com todos voces a continuação da fic.
O que acharam dessa pequena conversa? Porque será que o Zac apanhou mesmo? KKKKKKKKKKKKKKK'
Comentem bastante viram? JÁJÁ irei postar em New Chance também!
Beijos Até já!!
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Capitulo 5
POV Vanessa
Desde de muito nova aprendi a lidar com todo o tipo de desafios. Comecei a trabalhar aos meus 15 anos ajudando minha mãe a manter o meu irmão recém nascido após a morte prematura do meu pai que sofreu de um ataque cardiaco quando eu tinha 14 anos nós deixando sozinhas sem qualquer tipo de sustento já que todo o seguro de vida havia ido para a preparação do funeral e dos pagamentos de divida que ele havia deixado.
Minha mãe sempre me apoiava na minha dedicação aos estudos, me ajudando assim a completar o meu ensino médio e secundário. Passei a todas as aulas com notas exemplares me dando assim direito a uma bolsa integral na faculdade de medicina.
No meu segundo ano de faculdade a minha mãe morreu num acidente de viação quando estava dirigindo em direção á creche para pegar o meu irmão mais novo enquanto eu ia para o meu primeiro dia de trabalho num barzinho perto do campus.
Agora com apenas 21 anos cuido do meu irmão e faço faculdade de medicina, meu irmão mais novo ficava em casa de uma amiga minha para logo depois eu o pegar e ir para um restaurante perto do centro onde eu trabalhava até á um mês atrás, mas fui despedida devido á crise que o restaurante estava a passar com as mudanças das taxas comerciais ou algo assim.
Entrei completamente em desespero após dois dias sem trabalho procurando em tudo quanto era lugar um emprego com dinheiro suficiente para que eu e meu irmão podessemos viver suficientemente bem.
A minha salvação veio em forma de barbie estilo Paris Hilton em formato mais novo e hiperativo. Ashley Efron irmã de um dos medicos mais ricos e famoso da cidade de Nova Iorque, ele estava precisiando de uma babá que conseguisse domar a sua pequena filha.
Claro que eu aceitei o desafio e foi á entrevista de emprego. Qual foi a minha supresa quando o vi?
Ele era completamente o homem mais lindo e fodidamente perfeito que eu um dia já vi em toda a minha vida. Ombros largos, corpo perfeito moldado á camisa branca que ele usava com os dois primeiros botões abertos, braços fortes, mãos grandes, sua boca pequena e tentadora, olhos azuis e hipnotizantes que me deixou sem chão quando se afundaram nos meus por um momento quando ele me encarou.
Após algumas perguntas eu me vi com emprego e casa garantida com direito a horário de estudo e lugar para o meu irmão estudar sem ser numa das creches de Brokylin graças a deus.
No mesmo dia conheci a pequena filha do senhor Efron. Ela era a menina mais linda que eu um dia havia conhecido em toda a minha vida, me encantando pelo seu rosto pequeno de boneca, o sorriso sapeca, seus grandes e brilhantes olhos azuis e o corpinho pequeno e leve que dava vontade de apertar.
Aquele havia sido o melhor emprego que eu alguma vez podia ter pedido aos céus até ao dia que uma loira aguda rompeu porta a dentro assustando as crianças com as suas exigencias e me deixando completamente raivosa enquanto a via caminhar sem autorização em direção á biblioteca.
Matilde se encolheu contra o sofá no momento em que a porta da biblioteca se fechou num estrondo me fazendo correr até ela a abraçando enquanto ela murmurava o nome do pai dela fazendo todo o meu sangue ferver ainda mais.
No tempo em que estive aqui nunca havia visto o meu patrão já que ele saia cedo e entrava de madrugada, nunca passando tempo com a sua pequena filha ou até mesmo tirando um dia de folga para lhe dar atenção que ela queria e merecia do pai.
Qual foi a nossa supresa quando ele rompeu sala a dentro uma hora após da sua suposta noiva ter entrado?
Ele parecia com raiva no momento em que entrou dentro da sala de estar para momentos depois ele recuar um pouco e tentar chamar atenção de todas nós enquanto sua irmã, meu irmão e sua filha o ignoravam o deixando confuso e frustado.
Com um suspiro raivoso dei Matilde para a Ashley e peguei em seu braço o guiando até á sua biblioteca enquanto deixava minhas ofensas aquela pirua romper por entre a minha boca sem me importa em perder o emprego depois só queria que o medo de Matilde desaparecesse assim como aquela vagabunda que olhava para mim como se eu fosse um insecto.
Após o deixar ali com a ameaça de bater na sua noiva sai do comodo e corri praticamente para perto de Matilde e passado dois minutos o senhor Efron apareceu arrastando a mulher pelo o braço enquanto a ameaçava a jogando na rua sem se importar em ouvir uma resposta da mulher.
Assim que os seus olhos pousaram nos meus completamente selvagens um sorriso se abriu em meus lábios vendo que pouco a pouco ele relaxou e sorriu de volta enquanto a Matilde corria para ele abraçando suas pernas.
Depois desse fatiaco dia ele passou a vir mais cedo para casa o que me deixou bem admirada, mas parecia que a Matilde não se importou muito com isso já que não ligava para a presença dele nas refeições como soubesse que essa repentina mudança ia durar pouco e que logo ele voltaria ao normal a deixando novamente comigo e com o meu irmão.
Eu sabia que esse comportamente frio de Matilde estava o maguando já que ele sempre tentava se aproximar dela e ela se agarrava a mim me pedindo para brincar e claro eu obedecia sobre o olhar duro e sofrido do meu patrão.
Tentei várias vezes falar com ela sobre o assunto, mas ela simplesmente dava de ombros e falava :
- Papai trabalha muito ele é um heroi e herois não tem tempo eles precisam de salvar o mundo.
Com essa revelação eu simplesmente me calei rezando para que ele tomasse alguma decisão e falasse com a sua filha sobre isso já que ela estava cada vez mais longe dele e ele deixava respeitando o espaço que a criança exigia a ele.
Mas uma coisa eu tinha a certeza que mais cedo ou mais tarde ele ia se cansar dessa distancia e exigir que ela aceitasse a sua presença.
Afinal ele era o pai dela!
**************************************************
OIEEEEEEEEEEE MENINAS!!*-*
Decidi que hoje teriamos uma visao geral da Vanessa antes de começar aprofundar a fic!
O que acharam?
O quer será que vem a seguir?
Uhull e sei e voces nao u.u
Enfim comentem bastante e pf passem nos outros blogs caso voces nao tenham lido ainda e se atualizem!
Espero que gontem
ate á proxima quarta XOX
Desde de muito nova aprendi a lidar com todo o tipo de desafios. Comecei a trabalhar aos meus 15 anos ajudando minha mãe a manter o meu irmão recém nascido após a morte prematura do meu pai que sofreu de um ataque cardiaco quando eu tinha 14 anos nós deixando sozinhas sem qualquer tipo de sustento já que todo o seguro de vida havia ido para a preparação do funeral e dos pagamentos de divida que ele havia deixado.
Minha mãe sempre me apoiava na minha dedicação aos estudos, me ajudando assim a completar o meu ensino médio e secundário. Passei a todas as aulas com notas exemplares me dando assim direito a uma bolsa integral na faculdade de medicina.
No meu segundo ano de faculdade a minha mãe morreu num acidente de viação quando estava dirigindo em direção á creche para pegar o meu irmão mais novo enquanto eu ia para o meu primeiro dia de trabalho num barzinho perto do campus.
Agora com apenas 21 anos cuido do meu irmão e faço faculdade de medicina, meu irmão mais novo ficava em casa de uma amiga minha para logo depois eu o pegar e ir para um restaurante perto do centro onde eu trabalhava até á um mês atrás, mas fui despedida devido á crise que o restaurante estava a passar com as mudanças das taxas comerciais ou algo assim.
Entrei completamente em desespero após dois dias sem trabalho procurando em tudo quanto era lugar um emprego com dinheiro suficiente para que eu e meu irmão podessemos viver suficientemente bem.
A minha salvação veio em forma de barbie estilo Paris Hilton em formato mais novo e hiperativo. Ashley Efron irmã de um dos medicos mais ricos e famoso da cidade de Nova Iorque, ele estava precisiando de uma babá que conseguisse domar a sua pequena filha.
Claro que eu aceitei o desafio e foi á entrevista de emprego. Qual foi a minha supresa quando o vi?
Ele era completamente o homem mais lindo e fodidamente perfeito que eu um dia já vi em toda a minha vida. Ombros largos, corpo perfeito moldado á camisa branca que ele usava com os dois primeiros botões abertos, braços fortes, mãos grandes, sua boca pequena e tentadora, olhos azuis e hipnotizantes que me deixou sem chão quando se afundaram nos meus por um momento quando ele me encarou.
Após algumas perguntas eu me vi com emprego e casa garantida com direito a horário de estudo e lugar para o meu irmão estudar sem ser numa das creches de Brokylin graças a deus.
No mesmo dia conheci a pequena filha do senhor Efron. Ela era a menina mais linda que eu um dia havia conhecido em toda a minha vida, me encantando pelo seu rosto pequeno de boneca, o sorriso sapeca, seus grandes e brilhantes olhos azuis e o corpinho pequeno e leve que dava vontade de apertar.
Aquele havia sido o melhor emprego que eu alguma vez podia ter pedido aos céus até ao dia que uma loira aguda rompeu porta a dentro assustando as crianças com as suas exigencias e me deixando completamente raivosa enquanto a via caminhar sem autorização em direção á biblioteca.
Matilde se encolheu contra o sofá no momento em que a porta da biblioteca se fechou num estrondo me fazendo correr até ela a abraçando enquanto ela murmurava o nome do pai dela fazendo todo o meu sangue ferver ainda mais.
No tempo em que estive aqui nunca havia visto o meu patrão já que ele saia cedo e entrava de madrugada, nunca passando tempo com a sua pequena filha ou até mesmo tirando um dia de folga para lhe dar atenção que ela queria e merecia do pai.
Qual foi a nossa supresa quando ele rompeu sala a dentro uma hora após da sua suposta noiva ter entrado?
Ele parecia com raiva no momento em que entrou dentro da sala de estar para momentos depois ele recuar um pouco e tentar chamar atenção de todas nós enquanto sua irmã, meu irmão e sua filha o ignoravam o deixando confuso e frustado.
Com um suspiro raivoso dei Matilde para a Ashley e peguei em seu braço o guiando até á sua biblioteca enquanto deixava minhas ofensas aquela pirua romper por entre a minha boca sem me importa em perder o emprego depois só queria que o medo de Matilde desaparecesse assim como aquela vagabunda que olhava para mim como se eu fosse um insecto.
Após o deixar ali com a ameaça de bater na sua noiva sai do comodo e corri praticamente para perto de Matilde e passado dois minutos o senhor Efron apareceu arrastando a mulher pelo o braço enquanto a ameaçava a jogando na rua sem se importar em ouvir uma resposta da mulher.
Assim que os seus olhos pousaram nos meus completamente selvagens um sorriso se abriu em meus lábios vendo que pouco a pouco ele relaxou e sorriu de volta enquanto a Matilde corria para ele abraçando suas pernas.
Depois desse fatiaco dia ele passou a vir mais cedo para casa o que me deixou bem admirada, mas parecia que a Matilde não se importou muito com isso já que não ligava para a presença dele nas refeições como soubesse que essa repentina mudança ia durar pouco e que logo ele voltaria ao normal a deixando novamente comigo e com o meu irmão.
Eu sabia que esse comportamente frio de Matilde estava o maguando já que ele sempre tentava se aproximar dela e ela se agarrava a mim me pedindo para brincar e claro eu obedecia sobre o olhar duro e sofrido do meu patrão.
Tentei várias vezes falar com ela sobre o assunto, mas ela simplesmente dava de ombros e falava :
- Papai trabalha muito ele é um heroi e herois não tem tempo eles precisam de salvar o mundo.
Com essa revelação eu simplesmente me calei rezando para que ele tomasse alguma decisão e falasse com a sua filha sobre isso já que ela estava cada vez mais longe dele e ele deixava respeitando o espaço que a criança exigia a ele.
Mas uma coisa eu tinha a certeza que mais cedo ou mais tarde ele ia se cansar dessa distancia e exigir que ela aceitasse a sua presença.
Afinal ele era o pai dela!
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OIEEEEEEEEEEE MENINAS!!*-*
Decidi que hoje teriamos uma visao geral da Vanessa antes de começar aprofundar a fic!
O que acharam?
O quer será que vem a seguir?
Uhull e sei e voces nao u.u
Enfim comentem bastante e pf passem nos outros blogs caso voces nao tenham lido ainda e se atualizem!
Espero que gontem
ate á proxima quarta XOX
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Capitulo 4
Eu sentia que este era o momento perfeito e certo para puxar o corpo quente da Vanessa para o meu fazendo-a sentar em meu colo de frente para mim enquanto minhas mãos se enrolavam nos seus longos fios de cabelos pretos a colando definitivamente a mim para nao dar caminho rápido de fuga para finalmente colar minha boca na dela desfrutando do seu sabor diretamente da fonte e mostrar num simples beijo o desejo que eu estava sentindo por ela.
Eu sentia meus lábios formingando de necessidade de um beijo nunca exprementado, minhas mãos coçavam para poder finalmente sentir a textura dos seus longos cabelos negros que á vista pareciam o setim negro que revista o colção da minha cama, meu corpo implorava para sentir finalmente o calor do seu corpo.
Seus olhos castanhos claros estavam focados nos meus me deixando ler sua mente limpa de maldade ou malicia, me deixando ver o caminho mais facil para a sua alma pura e doce.
Vi com prazer um sorriso doce se espalhar pelo seu rosto enquanto ela estendia uma mão na direção do meu rosto, fazendo meu coração perder o compasso novamente pela espectativa do momento que estavamos vivendo. Assim que a sua mão entrou em contacto com a pele fria do meu rosto fechei os meus olhos me deleitando com a textura sua e quente da sua pele naquele local, me fazendo suspirar e inclinar o meu rosto em direção á sua mão aproveitando cada minuto daquele toque inocente e doce.
Abri os olhos novamente quando ouvi um suspiro doce escapar por entre os lábios dela, me fazendo olhar em seus olhos novamente ficando hipnotizando com o brilho que eles continham junto com a luz fraca da lua que iluminava brevemente seu rosto. Com cuidado peguei em sua mão levando a palma aos meus lábios depositando um singelo beijo naquela aeria inalando o cheiro suave de baunilha como um drogado viciado.
Foi com deleite que ouvi um suspiro alto sair da boca da Vanessa me fazendo retirar sua mão da minha boca sobre o olhar atento dela, colocando sua mão logo de seguida na minha nuca sentindo ela envolver os poucos cabelos da minha nuca entre os seus dedos enquanto eu a puxava para o meu colo a colocando de frente para mim.
Lambi meus lábios quando senti a minha respiração engatar junto com a dela quando cada pedaço dos nossos corpos ficaram colados, enquanto nossos olhos estavam concentrados um no outro sentindo o choque gostoso que atrevessava nossos corpos a cada respiração tomada.
- Você está sentindo isso? – Perguntei enquanto passava a ponta dos meus dedos desde o começo da sua coluna até á base da mesma a vendo estremecer e suspirar alto enquanto seus olhos se fechavam.
- O choque ou seus dedos na minha coluna? – Ela rebateu minha pergunta com uma pergunta me fazendo abrir um sorriso percorrendo novamente sua coluna com a ponta dos dedos enquanto ela enrolava ainda mais seus dedos em meus cabelos me puxando para mais perto dela.
- Os choques, a ligação que agente está tendo. – Respondi mergulhando meu rosto no seu pescoço desviando com a mão livre seus cabelos longos que me dificultavam a passagem direta até á fonte direta do seu cheiro.
- Sinto sim. – Ela sussurou enquanto sua pela se arrepiava sobre o toque da ponta fria do meu nariz na sua pele exposta do seu pescoço alvo.
Soltei um ronronar baixo e satisfeito contra a sua pele do pescoço ao absorver ainda mais daquele cheiro suave a baunilha e morango daquele local, enquanto meus dedos voltaram a passear pela sua coluna numa caricia inocente, fazendo com que ela suspira-se baixinho enquanto se encostava ainda mais contra mim fazendo um novo choque de prazer nos ultrapassar nos fazendo estremecer um contra o outro.
Aos poucos sentia sua mão afroxar o aperto em meus cabelos para logo ela deslizar da minha nuca, pelas minhas costas nuas deixando um rasto quente por onde passava me fazendo estremecer contra o seu corpo ao mesmo tempo que uma flecha de calor ultrapassou todo o meu corpo me fazendo apertar a sua cintura contra a minha fazendo com que os nossos sexos se chocassem, nos fazendo soltar um gemido baixo ao sentir o calor daqueles lugares.
Desci a minha mão que estava em sua cintura até á sua bunda a apertando suavemente enquanto ela agarrava meus ombros com força olhando em meus olhos rebolando de leve contra o meu sexo já completamente ereto fazendo com que o ar que eu mantinha preso em meus pulmões fosse solto junto com um gemido baixo que eu tratei de abafar contra o vão dos seus seios.
Todo o corpo dela estremecia contra o meu enquanto respirava com dificuldade com a cabeça enterrada entre os seus seios tentando recuparar um pouco do calor daquele momento para nao assusta-la com qualquer tipo de movimento da minha parte.
- Eu estou fazendo alguma coisa errada? – A sua voz baixa e rouca de prazer encheu os meus ouvidos me fazendo levantar meus olhos completamente confuso com a sua pergunta.
- Como assim? – Sussurei a pergunta sem tirar os olhos dos seus enquanto uma das minhas mãos se infiltrava por dentro do short do pijama que ela estava usando naquele momento.
Porra como eu não tinha reparado no que ela estava usando?
- Você parou com o que estava fazendo. – Ela sussurou a meio de um supiro quando sentiu a minha mão apertar a carne da sua coxa grossa enquanto ela chocava seu centro quente contra o meu membro completamente existado com a situação.
- Não você não esta fazendo nada de errado só não quero assustar você. – Confessei com um sussuro enquanto apertava agora com força a carne da sua bunda a fazendo gemer um pouco alto demais me fazendo rir baixinho contra a pele do seu pescoço a fazendo agarrar meu cabelo novamente.
- Está quente. – Ela sussurou inocentemente contra o meu ouvido me fazendo arrepiar completamente prensando ainda mais meu corpo contra o dela a fazendo gemer novamente me deixando ainda mais tentado em a possuir ali mesmo.
- Muito quente mas temos que parar senão eu vou tomar voce como minha aqui nesse jardim e eu sei que você não quer ser exposta aos seguranças que estão rondando a propriedade. – Sussurei em seu ouvido quando senti seu aperto afroxar e logo olhei seu rosto vendo hipnotizado o tom adoravel vermelho se espalhar por todo o seu rosto.
Linda e seria toda minha!
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OMG!!! QUEM VAI SURTAR JUNTO COMIGO?!! \O \O \O \O \O \O \O \O
Nossa que capitulo quente ein? kkkkkkkkkkkkkk Nosso casal pegando fogo ein!
Quem disse que eles iam ser interrompidos ERROU! eles nao foram interrompidos mas o Zac babao Efron refreeou porque nao queria assustar a sua V! Quão fofo isso é? AO EXTREMO!!
Enfim u.u
Suspira e volta ao normal porque VOCE minha linda leitora tem que comentar para me deixar feliz!
kkkkkkk Espero que tenham gostado e que comentem bastante!
Nos vemos novamente aqui na sexta feira com mais um capitulo do nosso casal 21 !
Beijos
XOXO
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Capitulo 3
Depois da visita da minha ex aqui a casa as coisas estavam cada vez mais estranhas já que o sermão e a forma como a minha filha havia agido em relação a mim me deixou de orgulho ferido.
A forma como ela havia se agarrado ao pescoço da babá, a forma como a mesma a havia embalado em seus braços enquanto seus olhos castanhos derretidos nunca saiam dos meus questionando e repreendendo todas as minhas ações nunca deixava a minha mente me fazendo lembrar das minhas burradas.
Só de lembrar como a minha pequena filha me ignorava durante todo o jantar conversando animadamente com a Vanessa que respondia a todas as perguntas com calma e ouvindo com mais calma ainda todas as suas respostas infantis, de vez enquando os seus olhos fixavam em mim como se soubesse que eu estava chateado ou somente encarando e acenava com a cabeça voltando novamente sua atenção total á menina que se sentia irritada com a pequena atenção que a Vanessa me dava fazia meu peito apertar de dor com a lembrança.
Será que ela me odiava?
Suspirei audivelmente me reencostando na cadeira de apanhar sol que se encotrava ali perto da piscina e fixei os meus olhos nas águas calmas e cristalinas dali sentindo a brisa fresca da noite bater contra o meu rosto. Remexi levemente o copo de wiskey que tinha em minhas mãos fazendo o gelo telintar contra o cristal do copo.
Eu sabia que desde que eu havia me tornado um dos médicos mais conceituados do pais a minha pequena filha passou a se afastar de mim como eu me afastei dela a jogando de babá em babá me esquecendo de como eram bons os momentos que eu passava com ela em seu quarto brincando ou somente a vendo dormir toda enroladinha dentro das suas cobertas roxas.
Me esqueci como era bom ve-la correr pelo jardim de nossa casa rindo e gritando quando via uma borbuleta voando atrás dela, como era bom sentir seu pequeno e indefeso corpo enroscado contra o meu peito quando viamos um filme besta que a Disney nunca cansava de editar e divulgar.
Como eu havia me distanciando tanto assim da minha pequena filha? Porque?
Foi arrancado dos meus pensamentos quando uma mão quente e macia tocou o meu ombro nu, fazendo todo o meu corpo se estremecer e arrepiar somente com aquele toque singelo.
Antes de me virar para ver quem era a dona do toque respirei fundo tentando controlar o bater desenfreado do meu coração e a minha respiração aceladara devido ao susto.
Lentamente ainda controlando minha respiração levantei o meu rosto para a dona do toque quente que não se havia movido de trás da cadeira onde eu estava semi deitado semi sentado.
Assim que os meus olhos bateram na figura femenina que se encontrava atrás da cadeira a minha respiração voltou a acelarar enquanto um sorriso involuntário se espalhava por todo o meu rosto fazendo a mesma abrir um sorriso timido enquanto as suas bochechas ganhavam um cor vermelha adoravel me dando um vontade quase louca de puxar para mim e lamber suas bochechas.
- Insónia doutor Efron? – A voz timida e baixa da Vanessa ecoou em meus ouvidos enquanto ela dava a volta á minha cadeira e se sentava na cadeira ao lado da minha fazendo com que o perfume doce do seu corpo batesse em mim em cheio quando a brisa suave da noite colidiu contra ela.
Os meus olhos ficaram atentos a cada movimento gracioso que seu corpo fazia enquanto ela se sentava, a forma como a luz fraca da lua batia em sua pele morena a deixando com um brilho quase sobrenatural, a forma como o brilho dos seus olhos a deixavam encantadora e como o sorriso nunca deixava os seus lábios cheios e convidativos.
- Sim tenho umas coisas na minha cabeça que me estão tirando o sono ultimamente. – Respondi sem nunca tirar os meus olhos do seu lindo rosto que estava levemente erguido na direção da lua a deixando ainda mais encantadora.
Seria muito maluco eu achar que essa menina mulher não é real?
Ri baixinho do meu louco pensamento chamando a atenção da Vanessa que desviou seus olhos da Lua que estava cada vez mais alta no céu e se focou em mim mostrando sua curiosidade e confusão somente com a pequena careta que havia se formado em seu rosto.
- Do que está rindo doutor Efron? – Ela perguntou enquanto se reencostava na espreguiçadeira fazendo meus olhos acompanharem novamente seus singelos movimentos.
- Pensamento louco só isso Vanessa e por favor me trate por Zac moramos na mesma casa sem formalidades ! – Respondi enquanto levava o copo quase intocado em minhas mãos á boca bebendo levemente o liquido ambar que sempre me ajudava a relaxar depois de um dia exautivo de trabalho.
Pra meu deleite vi quando as suas bochechas ganharam uma cor adoravel avermelhada a deixando ainda mais encantadora, seu sorriso timido voltou a se abrir em sua boca enquanto os seus olhos voaram para longe dos meus me deixando intrigado e levemente irritado.
Eu gosto dos seus olhos porque que ela desviou?
Ainda irritado com a forma quase rude dela me privar dos seus olhos, bufei baixinho enquanto voltava a beber um pouco mais do meu wiskey chamando a sua atenção para mim e para meu deleite vi que as suas bochechas ainda estava coradas fazendo meu corpo relaxar e a minha irritação recuar.
- Parece irritado Zac aconteceu alguma coisa? – Ouvi a sua voz novamente chegar aos meus ouvidos fazendo todo o meu ser regojiar-se de alegria. – Posso ajudar em algo? – Ouvi com deleite a preocupação em sua voz fazendo assim o meu coração bater descompassado em meu peito quando voltei meus olhos novamente para os seus me afugando naquele mar de chocolate.
- Não gosto quando você me priva dos seus olhos Vanessa. – Respondi alto o suficiente para somente ela ouvir assistindo os seus olhos se arregalarem em supresa e fascinio enquanto sua boca se abri num “O” perfeito deixando seu rosto ainda mais adoravel.
- Mas ... como...eu ...- Ri baixinho pousando meu copo em cima da mesinha que estava entre as cadeiras e levantei do meu acento indo em sua direção vendo o seu rosto atingir um vermelhão brilhante a deixando ainda mais linda.
Logo que me vi perto da sua espreguiçadeira sentei-me perto do encosto da mesma me inclinando na sua direção sentindo sua respiração ficar acelarada enquanto seus olhos não deixavam os meus completamente hipnotizada (quem sabe). Nossos rostos estavam a pouco mais de cinco centimetro de distancia um do outro me fazendo sentir o seu halito quente com um leve cheiro a morango e menta.
- Você o que Vanessa? Continue o que ia dizer! – Eu sabia que a minha voz neste momento estava rouca devido ao momento em que nos encontravamos, nossos rosto estavam proximos nos fazendo sentir o halito um do outro, nossos corpos juntos sentindo o calor e os nossos olhares sempre conectados.
Tinha como algo ser assim tão perfeito?
- Eu também gosto dos seus olhos Zac. – Assim que ouvi suas palavras minha respiração engatou fazendo meu coração pular dentro do meu peito enquanto meus olhos absorviam a sinceridade vinda dos olhos dela.
A vontade de beija-la cresceu dentro do meu peito no momento em que vi seus dentes escaparem por entre os seus lábios e mordiscar nervosamente o seu lábio inferior mostrando seu nervosismo perante o momento.
Meu deus! O que está se passando comigo?
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Oie minha gente linda!!!
Novo capitulo postado! O que acharam do nosso momento Zanessa hiper fofo? #vanessahiperventilandoon
kkkkkkkkkk O que sera que vai rolar entre eles depois desse afego atravez do olhar? Será que rola? Será que nao rola?
VAMO ROLAR APOSTA POR AQUI!
Quem acertar leva capitulo Bonus no final do mes!
Enfim
Comentem muito porque minha criatividade agradece e meu ego aumennta!
Todas as Terças feiras a partir de hoje nos encontramos aqui para mais um capitulo!
Beijos e ate mais
XOXO!
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